31 de dezembro de 2013

FELIZ 2014


EU PASTOR ANTONIO E PASTORA JOANA DESEJAMOS A TODOS NOSSOS LEITORES E A AMIGOS UM 2014 DE MUITA PAZ,SAÚDE, E PROSPERIDADE E ASIMA DE TUDO MUITO AMOR NO CORAÇÃO QUE VOCÊ POSSA TER NESTE ANO UMA INTIMIDADE MAIOR COM O TODO PODEROSO SUA VIDA NO ALTAR DELE ASSIM SEUS SONHOS SERÃO REALIZADOS E ABENÇOADOS SERÃO SEUS PASSOS EM DIREÇÃO AS MAIORES CONQUISTAS.UM GRANDE ABRAÇO DE SEU AMIGO DE SEMPRE UM BEIJO NO SEU CORAÇÃO.

MEDITAÇÃO DO DIA

31 de dezembro Dia 365  

Leituras: João 21:20-25; Apocalipse 22; Salmo 150; Eclesiastes 12:9-14; Ester 9-10.  

Versículo EspecialO Espírito e a noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Apocalipse 22:17).  

Pensamento Bíblico: “Aquele Que Tem Sede, Venha” (Apocalipse 22:17). As opções foram apresentadas com clareza. Podemos escolher a estrada fácil da satisfação pessoal e do pecado, ou a trilha mais difícil da submissão à vontade de Deus. Desde Gênesis 3, quando Adão e Eva comeram o fruto proibido, até Apocalipse 22, quando este último e grande convite é feito, a escolha tem estado diante de nós. Deus fez tudo o que é necessário para nos equipar para fazermos uma decisão sábia. Ele mostrou as conseqüências fatais do pecado e retratou a beleza e grandeza do céu. Ele quer que façamos duas coisas:  
    Vamos a ele.
    Convidemos outros.  

Ação: Certifique-se de que está servindo a Deus, hoje e, então, faça brilhar sua luz para convidar outros para virem a ele também.

29 de dezembro de 2013

MEDITAÇÃO DO DIA

29 de dezembro Dia 363  

Leituras: João 21:1-14; Apocalipse 20; Salmo 148; Eclesiastes 11:7-10; Ester 3-5.  

Versículo Especial: “E, se alguém não foi achado inscrito no livro da vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Apocalipse 20:15).  

Pensamento Bíblico“Inscrito no Livro da Vida” (Apocalipse 20:15). Os comentaristas diferem na aplicação principal deste texto, mas a mensagem subentendida é inconfundível. Há uma separação bem clara entre os justos (que louvam o Senhor e reinam com ele) e os injustos (que são atirados ao sofrimento sem fim). Nesta vida, as recompensas dos justos nem sempre são aparentes, e as conseqüências do mal podem não ser imediatas. Mas no final, Deus julgará a todos nós, com justiça. Seu nome estará no Livro da Vida?  

Ação: Certifique-se de que Deus tem seu nome escrito no livro certo!

28 de dezembro de 2013

MEDITAÇÃO DO DIA

28 de dezembro Dia 362  

Leituras: João 20:24-31; Apocalipse 19; Salmo 147; Eclesiastes 11:1-6; Ester 1-2.

Versículo Especial: “Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-poderoso” (Apocalipse 19:6).  

Pensamento Bíblico: “Aleluia! pois Reina o Senhor Nosso Deus, o Todo-Poderoso” (Apocalipse 19:1-9). No livro de Apocalipse fica claro que louvar a Deus é uma atividade maior S talvez a atividade principal S no céu. Há tantas razões para louvá-lo, que os cânticos podem continuar para sempre. Aqui, o louvor é por causa do seu poder e vitória. Babilônia, a mulher má e assassina, caiu. Deus reina com todo o poder. Que privilégio, juntar-se àquela multidão celeste, louvando a Deus na comemoração da vitória!  

Ação: Louve o Senhor Deus. Ele é Onipotente!

26 de dezembro de 2013

MEDITAÇÃO DO DIA

26 de dezembro Dia 360  

Leituras: João 20:11-18; Apocalipse 17; Salmo 145; Eclesiastes 10:8-15; Neemias 10-11.  

Versículo Especial“Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição” (Apocalipse 17:4).  

Pensamento Bíblico: A Mulher do Diabo (Apocalipse 17:1-6). Independente de interpretações especiais deste livro, não há dúvida de que a mulher descrita aqui seja a mulher do diabo. Ela é o contrário de tudo que é bom e puro. Ao contrário da mulher santa, que deu à luz o Filho varão do capítulo 12, esta mulher está vestida de pecado. Ela está toda adornada para atrair os homens carnais, que nem notam que de sua boca escorre o sangue dos justos. Como o pecado parece horrendo a Deus!  

Ação: Veja o pecado como Deus o vê e adorne sua vida com a pureza.

25 de dezembro de 2013

MEDITAÇÃO DO DIA

25 de dezembro Dia 359  

Leituras: João 20:1-10; Apocalipse 16; Salmo 144; Eclesiastes 10:1-7; Neemias 8-9.  

Versículo EspecialOuvi do altar que se dizia: Certamente, ó Senhor Deus, Todo-poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos” (Apocalipse 16:7).  

Pensamento Bíblico: O Julgamento dos Justos de Deus (Apocalipse 16). Este capítulo apresenta duas interpretações dos julgamentos das sete taças. Os ímpios blasfemaram contra Deus e recusaram arrepender-se de seus pecados. Eles culparam Deus. Os justos, que tinham sofrido pelo Senhor, elogiavam a justiça de Deus. Eles louvavam a Deus. De um ponto de vista carnal, o castigo dos ímpios pode parecer cruel, mas aqueles que odeiam o mal e amam o bem serão capazes de entender a justiça Divina.  

Ação: Desenvolva seu amor a Deus e à justiça.

24 de dezembro de 2013

MENSAGEM PARA SEU CORAÇÃO


“Se os pecadores querem seduzir-te”
“Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco ... lança a tua sorte entre nós ... Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés” (Provérbios 1:10,11a,14a,15).
O escritor sábio de Provérbios encorajou seus leitores a não se juntarem aos “pecadores”. Aqueles que sempre ficam com pecadores geralmente acabam se tornando pecadores também e dividem o destino do pecador.
O perigo é real. O apóstolo Paulo avisou sobre as conseqüências de ficar com amigos perversos. “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes” (1 Coríntios 15:33). O escritor de Provérbios avisou, “Não te associes com o iracundo, nem andes com o homem colérico, para que não aprendas as suas veredas e, assim, enlaces a tua alma” (22:24-25).
A Bíblia não ensina que devemos nos isolar do mundo. Não podemos ser o sal e a luz do mundo sem algum tipo de contato com “pecadores” (Mateus 5:13-14). Muitas vezes os cristãos começam com o alvo admirável de ensinar e influenciar seus colegas, mas às vezes são influenciados pelo mundo, pelos amigos e pelos colegas, mais do que eles conseguem influenciar os pecadores. Por quê?
Ao mesmo tempo que queremos influenciar nossos companheiros, devemos estar atentos à possibilidade de nós sermos influenciados. O poder dos nossos amigos e conhecidos de nos influenciar depende de vários fatores. Por exemplo, quanto mais gostamos deles e os respeitamos, maior será a influência que eles têm sobre nós. Mais importante ainda, quanto mais fracas são as nossas convicções a respeito de certo e errado, maior é a possibilidade de sermos influenciados por outros que mantêm seus valores firmes. A quantidade de tempo que passamos na companhia de outros e a natureza das nossas atividades com eles também são fatores cruciais em determinar sua influência sobre nós.
Eu já vi um grande número de cristãos seduzidos pelo mundo, atraídos de volta à vida de pecado pelos seus companheiros, as pessoas com quem trabalham ou passam seu tempo livre. Também observei que quase todos estes cristãos têm pelo menos uma coisa em comum. Quando são avisados sobre mudar seu comportamento, quase todos negam que seus companheiros estavam tendo alguém efeito neles! É um erro ser confiante demais sobre sua própria força espiritual (1 Coríntios 10:12).
Há uma diferença crítica entre ter contato com pecadores e andar no caminho deles. Até Jesus associava-se com pecadores e foi severamente criticado por isso (Mateus 9:9-13), mas ele não se conformou com o comportamento pecaminoso deles. O caminho da justiça de volta para o mundo geral segue o caminho de concessão. A aceitação de colegas e evitar a crítica e escárnio tornam-se mais importantes do que “ser verdadeiro” aos valores bíblicos (Romanos 12:1-2). As convicções ficam mais fracas, o cristão começa a dar motivos de como alguns pecados não são tão pecaminosos!
Quem são SEUS “companheiros”? Você está os influenciando a serem mais como Cristo ... ou você começou a seguir o caminho deles?
–por Allen Dvorak
“Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco ... lança a tua sorte entre nós ... Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés” (Provérbios 1:10,11a,14a,15).
O escritor sábio de Provérbios encorajou seus leitores a não se juntarem aos “pecadores”. Aqueles que sempre ficam com pecadores geralmente acabam se tornando pecadores também e dividem o destino do pecador.
O perigo é real. O apóstolo Paulo avisou sobre as conseqüências de ficar com amigos perversos. “Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes” (1 Coríntios 15:33). O escritor de Provérbios avisou, “Não te associes com o iracundo, nem andes com o homem colérico, para que não aprendas as suas veredas e, assim, enlaces a tua alma” (22:24-25).
A Bíblia não ensina que devemos nos isolar do mundo. Não podemos ser o sal e a luz do mundo sem algum tipo de contato com “pecadores” (Mateus 5:13-14). Muitas vezes os cristãos começam com o alvo admirável de ensinar e influenciar seus colegas, mas às vezes são influenciados pelo mundo, pelos amigos e pelos colegas, mais do que eles conseguem influenciar os pecadores. Por quê?
Ao mesmo tempo que queremos influenciar nossos companheiros, devemos estar atentos à possibilidade de nós sermos influenciados. O poder dos nossos amigos e conhecidos de nos influenciar depende de vários fatores. Por exemplo, quanto mais gostamos deles e os respeitamos, maior será a influência que eles têm sobre nós. Mais importante ainda, quanto mais fracas são as nossas convicções a respeito de certo e errado, maior é a possibilidade de sermos influenciados por outros que mantêm seus valores firmes. A quantidade de tempo que passamos na companhia de outros e a natureza das nossas atividades com eles também são fatores cruciais em determinar sua influência sobre nós.
Eu já vi um grande número de cristãos seduzidos pelo mundo, atraídos de volta à vida de pecado pelos seus companheiros, as pessoas com quem trabalham ou passam seu tempo livre. Também observei que quase todos estes cristãos têm pelo menos uma coisa em comum. Quando são avisados sobre mudar seu comportamento, quase todos negam que seus companheiros estavam tendo alguém efeito neles! É um erro ser confiante demais sobre sua própria força espiritual (1 Coríntios 10:12).
Há uma diferença crítica entre ter contato com pecadores e andar no caminho deles. Até Jesus associava-se com pecadores e foi severamente criticado por isso (Mateus 9:9-13), mas ele não se conformou com o comportamento pecaminoso deles. O caminho da justiça de volta para o mundo geral segue o caminho de concessão. A aceitação de colegas e evitar a crítica e escárnio tornam-se mais importantes do que “ser verdadeiro” aos valores bíblicos (Romanos 12:1-2). As convicções ficam mais fracas, o cristão começa a dar motivos de como alguns pecados não são tão pecaminosos!
Quem são SEUS “companheiros”? Você está os influenciando a serem mais como Cristo ... ou você começou a seguir o caminho deles?
(–por Allen Dvorak) Que Deus Abençoe a Todos Pastor Antonio Marques.

MEDITAÇÃO DO DIA

24 de dezembro Dia 358  

Leituras: João 19:38-42; Apocalipse 15; Salmo 143; Eclesiastes 9:13-18; Neemias 7.  

Versículo Especial“E entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações” (Apocalipse 15:3).  

Pensamento Bíblico: Moisés e o Cordeiro (Apocalipse 15:3). Algumas passagens do Novo Testamento comparam a Lei de Moisés com o Evangelho de Cristo, indicando a superioridade e suficiência do segundo. Hoje em dia, não estamos debaixo da Lei de Moisés e não podemos ser salvos por ela (veja Gálatas 5:1-4). Mas a Lei não foi má nem mal designada. Ela serviu ao propósito de preparar o caminho para Cristo. Moisés e o Cordeiro não são competidores, mas colaboradores. Moisés, um grande profeta e guia, apontou para Jesus, o maior de todos os profetas e guias. Moisés foi um servo; Jesus é Senhor e Rei. Ambos desempenharam papéis da maior importância, indicando o caminho para o céu. Nós, também, podemos cantar sobre o trabalho de Moisés, na preparação para a vinda do puro Cordeiro de Deus.  

Ação: Enquanto você obedece a Cristo, hoje, seja grato pelo trabalho de Moisés e de outros profetas, que nos falam a respeito dele.


23 de dezembro de 2013

REFLEXÃO DA SEMANA


O Vencedor e o Perdedor 

Um vencedor é sempre parte da resposta
Um perdedor é sempre parte do problema
Um vencedor possui sempre um programa

Um perdedor possui sempre uma desculpa
Um vencedor diz "Deixe-me ajudá-lo"
Um perdedor diz "Não é minha Obrigação"
Um vencedor vislumbra uma resposta
para cada problema
Um perdedor vê todos os problemas,
sem Resposta
Um vencedor diz "Pode ser difícil, mas

não impossível"
Um perdedor diz "pode ser possível,
mas é difícil"
Um vencedor entende que sem Deus
não poderá encontrar-se com o melhor,
para a sua Vida.

Um perdedor crê que pode viver sempre
baseado em seus Recursos próprios e seu
orgulho pessoal. 

Autor Desconhecido

MEDITAÇÃO DO DIA

23 de dezembro Dia 357  

Leituras: João 19:31-37; Apocalipse 14; Salmo 142; Eclesiastes 9:9-12; Neemias 4-6.  

Versículo Especial“Entao, ouvi uma voz do céu, dizendo: Escreve: Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham” (Apocalipse 14:13).  

Pensamento BíblicoDeus Protege os Fiéis (Apocalipse 14:1-13). A amedrontadora imagem das bestas é seguida por um intervalo na ação, para lembrar os leitores de outra cena, uma cena da proteção de Deus e da providência para os fiéis. Aqueles que não seguiram os maus caminhos das bestas seriam capazes de apresentar-se diante de Deus, sem maldade. Eles não precisariam temer, porque Satanás não tem a intenção destruí-los e Deus não tem a vontade de destruir servos fiéis.  

Ação: Não se deixe afogar pelo poder do mal e das tentações que Satanás usa para prendê-lo. Vença com Deus.

22 de dezembro de 2013

MEDITAÇÃO DO DIA

22 de dezembro Dia 356  

Leituras: João 19:25-30; Apocalipse 13; Salmo 141; Eclesiastes 9:1-8; Neemias 1-3.  

Versículo Especial“Se alguém tem ouvidos, ouça” (Apocalipse 13:9).  

Pensamento Bíblico: O Resto da História (Apocalipse 13). As duas bestas apresentadas neste capítulo são amedrontadoras. Elas têm uma horrível aparência e grande poder. Parece que ninguém pode resistir a elas. Entretanto, a passagem dá indicações de conforto para os fiéis. O poder das bestas é temporário (veja, por exemplo os 42 meses no v. 15). Elas espalharam seu temor só porque Deus lhes permitiu afligir o mundo (veja vs. 5,7-8). Deus não queria esconder a realidade da tribulação que se aproximava, mas ele tranqüiliza àqueles que vão ouvir seu relato sobre o poder limitado das bestas.  

Ação: Ouça o conforto de Deus.

21 de dezembro de 2013

MEDITAÇÃO DO DIA

21 de dezembro Dia 355  

Leituras: João 19:17-24; Apocalipse 12; Salmo 140; Eclesiastes 8:14-17; Esdras 10.  

Versículo Especial: “Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Apocalipse 12:11).  

Pensamento Bíblico: Vitória em Jesus (Apocalipse 12). Satanás simplesmente não pode vencer! Este capítulo mostra seus esforços desesperados para derrotar:  
    O Filho Varão (vs. 1-5). Jesus venceu!
    Miguel e os Anjos (vs. 7-12). Miguel expulsou Satanás.
    A Mulher (vs. 13-16). Satanás, contra a igreja, não podia vencer (veja Mateus 16:18).
    A Descendência da Mulher (v. 17). A última esperança de Satanás é vencer os indivíduos cristãos, mas ele não pode destruir os fiéis!  

Ação: Guarde os mandamentos de Deus e o seu testemunho.

20 de dezembro de 2013

MENSAGEM PARA SEU CORAÇÃO


Alguém se interessa por você
Enquanto Davi se encontrava em exílio voluntário de seu povo, escondendo-se, como um animal no deserto, de um Saul enlouquecido de ciúme, ele compôs estas linhas lamentosas: “... pois não há quem me reconheça ... ninguém que por mim se interesse” (Salmo 142:4).
A verdade é que Alguém se interessavae se interessa. As pessoas que mais freqüentemente se ajuntavam ansiosamente em volta de Jesus durante os seus dias de ensinamento eram os rejeitados, aquele grande grupo de homens e mulheres que conheciam bem seus próprios fracassos morais e espirituais e eram forçados a sentirem-nos ainda mais agudamente por uma elite religiosa que os via como inúteis e indignos. Jesus os tocava intensamente porque ele tão obviamente valorizava e se interessava por eles mesmo quando os chamava para arrependerem-se e seguirem-no.
Tal foi o caso quando Jesus ensinou aquela bem conhecida trilogia de parábolas concernentes às coisas perdidas que somente Lucas registra (Lucas 15). (Mateus de fato coloca a história da ovelha perdida num discurso anterior sobre humildade, Mateus 18:12-14). Grandes multidões tinham vindo ouvir Jesus pregar, enquanto um grupinho de fariseus cada vez mais antagonistas resmungava seu desdém por “este homem” que“recebe pecadores e come com eles” (Lucas 15:2). Jesus fez uma pausa em seu ensinamento para responder novamente a seus críticos que, em sua cegueira, continuavam repetindo uma acusação que não somente o elogiava, como indiciava severamente os acusadores.
Jesus pregava o evangelho do reino não como se fosse para aqueles que, como imaginavam, tinham se tornado dignos dele, mas como uma porta aberta a todos. A mensagem dos fariseus era uma mensagem de reforma de modo a ser digno finalmente para um chamado ao reino. O evangelho de Jesus era para pecadores como eram, prometendo perdão e boas vindas a cada coração crente e penitente. Realmente, como as duas primeiras parábolas confirmam, Jesus era pior do que os fariseus o tinham descrito. Ele não somente recebia pecadores mas continuava buscando-os!
Não há dúvida de que estas três parábolas sobre coisas perdidas e pessoas perdidas sejam dirigidas principalmente aos ataques dos fariseus. Elas começam muito enfaticamente como um apelo à natureza humana. Elas contêm o tipo de argumento “o que você faria?” que o Senhor freqüentemente usava (Lucas 14:5). O que qualquer pastor faria se perdesse uma ovelha? O que ele faria se a achasse? E o que uma dona de casa faria se perdesse algum dinheiro? E o que ela faria se o achasse? Tudo sobre estas ilustrações é tão natural que nem precisa de explanação. Todas as pessoas, até mesmo os fariseus, sentem falta de coisas perdidas e se regozijam grandemente quando são recuperadas, mesmo coisas tão mundanas como uma ovelha ou uma moeda. Está implícito em seu argumento: Certamente, um ser humano, ainda que degradado, vale tanto quanto qualquer destas coisas!
Interrogando ainda mais, Jesus está perguntando: “O que faríeis se perdêsseis um filho? O que faríeis se o encontrásseis de novo? E, se estivésseis onde Deus está e tivésseis perdido todos estes ‘filhos’ o que faríeis? E como vos sentiríeis se eles voltassem ao lar novamente? Se não entendeis o que estou fazendo, tentai entender-vos a vós mesmos!”
Esta foi a defesa parabólica de Jesus de sua preocupação com a recuperação moral dos degradados e sua crença que isso era absolutamente possível e digno. Para seus críticos, os coletores de impostos e pecadores eram somente insignificantes pedacinhos de refugo humano sem esperança, para com os quais eles eram indiferentes. Incoerentemente, estes seres humanos, feitos à imagem de Deus, valiam menos para os fariseus do que uma ovelha comum ou um dia de salário. Por elas não tinham interesse nem alegria. Estas parábolas dizem que era o comportamento dos fariseus que não era natural, até mesmo sub-humano, e não o do Senhor.
Na terceira e mais forte destas suas três parábolas, Jesus passa da defesa de seu próprio amor incompreendido para a repreensão dos fariseus pela falta dele. Ele lhes mostrou como deveriam ter sido; agora ele mostrar-lhes-á como eles são. O foco da Parábola do Filho Pródigo não está no “pródigo”, mas no irmão mais velho, que retrata de modo sombrio e trágico a atitude dos escribas egoístas.
Contudo mesmo nesta história de repreensão severa há amor e rogo àqueles a quem ela é dirigida. É um convite à alegria, um convite a partilhar o amor dele e do Pai pelos homens e mulheres perdidos de todas as qualidades; mas há uma estrada dura e humilhante que eles precisam trilhar antes que estejam prontos a recebê-la. E antes que acabe, eles ficarão assustados ao saberem que aqueles que eles tanto tinham desprezado já tinham feito a jornada antes deles.
Nestas parábolas talvez mais do que em qualquer outra é revelado o trabalho e o propósito reais do reino do céu. Perder este foco sobre o povo perdido, a sincera busca para encontrá-lo, a alegria entusiástica pela volta deles, é perder o Cristo que os ensinou.
(–por Paul Earnhart) Que Deus Abençoe a Todos Pastor Antonio Marques.

MEDITAÇÃO DO DIA

20 de dezembro Dia 354  

Leituras: João 19:1-16; Apocalipse 11; Salmo 139:13-24; Eclesiastes 8:10-13; Esdras 8-9.  

Versículo Especial: “Mas, depois dos três dias e meio, um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetrou, e eles se ergueram sobre os pés, e àqueles que os viram sobreveio grande medo” (Apocalipse 11:11).  

Pensamento Bíblico: Ressurreição da Causa da Justiça (Apocalipse 11). Alguma das coisas mais dramáticas na Bíblia está resumido neste capítulo. O propósito não é para divertir, mas para encorajar. As testemunhas começaram seu trabalho de resistir ao mal, somente para ser abatidas. Os injustos comemoraram a morte dos servos de Deus, mas seu festejo durou pouco, interrompido pelo triunfo das testemunhas. No fim, os justos prosperam!  

Ação: A despeito da oposição à verdade, não se desespere!

19 de dezembro de 2013

MEDITAÇÃO DO DIA

19 de dezembro Dia 353  

Leituras: João 18:28-40; Apocalipse 10; Salmo 139:1-12; Eclesiastes 8:1-9; Esdras 6-7.  

Versículo Especial: “Logo que falaram os sete trovões, eu ia escrever, mas ouvi uma voz do céu, dizendo: Guarda em segredo as cousas que os sete trovões falaram e não as escrevas” (Apocalipse 10:4).  

Pensamento BíblicoO Poder Não Revelado de Deus (Apocalipse 10:3-4). O estrondo da voz dos sete trovões mostrou o poder de Deus. João já ia nos dizer sobre a mensagem deles quando foi interrompido por uma proibição do céu. Em meio às poderosas cenas do Apocalipse, esta nos lembra que Deus tem, no seu arsenal, armas que jamais vimos. Não sabemos o que os sete trovões disseram, mas sabemos quem comanda tal poder aterrador.  

Ação: Busque conforto no poder ilimitado de Deus.

18 de dezembro de 2013

MEDITAÇÃO DO DIA

18 de dezembro Dia 352  

Leituras: João 18:19-27; Apocalipse 9; Salmo 138; Eclesiastes 7:27-29; Esdras 3-5.  

Versículo Especial“Naqueles dias, os homens buscarão a morte e não a acharão; também terão ardente desejo de morrer, mas a morte fujirá deles” (Apocalipse 9:6).  

Pensamento BíblicoConseqüências do Mal (Apocalipse 9:1-2). A quinta trombeta, também chamada o primeiro ai, atingiu apenas os injustos (v.4). Ela mostra o poder do mal, não afligindo os justos, mas aqueles que persistem no mal! É assim que Satanás recompensa seus servos! O pecado pode trazer prazer temporário, mas o fim da estrada é de um horror que não se pode imaginar.  

Ação: Escolha obedecer ao Senhor. Ele oferece grandes bênçãos àqueles que o servem. Satanás destrói seus servos.

17 de dezembro de 2013

MEDITAÇÃO DO DIA

17 de dezembro Dia 351  

Leituras: João 18:12-18; Apocalipse 8; Salmo 137; Eclesiastes 7:23-26; Esdras 1-2.  

Versículo Especial: “E da mão do anjo subiu à presença de Deus a fumaça do incenso, com as orações dos santos” (Apocalipse 8:4).  

Pensamento Bíblico“As Orações dos Santos” (Apocalipse 8:1-6). O sétimo selo revela a próxima série, as sete trombetas. Observe o papel das orações nesta cena. As orações são oferecidas (junto com incenso) no altar diante do trono de Deus. Nossas orações são uma oferenda a Deus, que ele recebe no céu.  
Algumas pessoas pensam, hoje em dia, que as orações servem meramente como terapia daquele que ora. Elas nos fazem sentir melhor, porque nos levam a falar de nossas preocupações. Este não é o ensinamento das Escrituras. Estas orações não eram declarações sem importância. Elas resultaram na imediata resposta de Deus: transbordante de advertências para aqueles que cedo seriam julgados. A lição? Deus ouve e responde às nossas orações!  

Ação: Ofereça suas orações fervorosas a Deus com fé que ele ouve e responde.

16 de dezembro de 2013

MENSAGEM PARA SEU CORAÇÃO


O desejo de agradar a Deus
Nossa época é uma de análise e descoberta. Os homens não se contentam em saber que alguma coisa acontece. Eles têm que saber por quê.
Por isso, muitos dos nossos problemas sociais estão recebendo explicações psicológicas. Conseqüentemente dizem que ficar bêbado, roubar e matar são doenças psicológicas. É apenas natural que o comportamento religioso também seja explicado com base sociológica e psicológica. Por isso, pode ser mostrado que os desvios na maioria dos períodos de inovação vêm das classes de pessoas mais ricas. A tendência é virem das classes superiores. A tentação é dizer que os ricos são maus e os pobres são bons. No entanto, uma suposição dessas seria altamente injustificada. Então o que estamos dizendo é que devemos tomar muito cuidado com a maneira que empregamos a psicologia e a sociologia na religião.
A fidelidade de Jó
Antropólogos sempre buscaram colocar o comportamento religioso exclusivamente em aspecto de necessidades sociológicas. Há uma necessidade psicológica e sociológica para a religião; no entanto estas explicações, ou apenas estas necessidades, não explicam comportamento religioso. Há muitas exceções às explicações sociológicas comuns para a religião. Por exemplo, como poderíamos justificar a piedade de Jó numa base sociológica ou psicológica? Ele não era justo porque era pobre visto que também era justo quando era rico. Sua posição social não fez nenhuma diferença na sua justiça. Pense sobre sua situação psicológica. Lá ele esteve, com tudo. Aí, de uma vez, tudo foi tirado dele. Psicologicamente Jó foi colocado numa situação muito difícil. Todas as explicações psicológicas para o comportamento de Jó e para sua confiança em Deus foram tiradas. Jó admitiu que ele não sabia porque Deus havia trazido tal infortúnio sobre ele. Mas ele permaneceu fiel a Deus. Por quê? Por que havia tantas personagens religiosas na Bíblia que eram fiéis a Deus? Porque amavam a Deus e desejavam servi-lo.
Razões para a justiça
Agora quando olhamos as divisões religiosas sobre o uso de música instrumental ou o sustento de instituições humanas pela igreja, vemos que muitas pessoas de classes mais altas e mais ricas se afastam e pessoas de classes mais baixas tendem a permanecer fiéis, Assim, pensarmos que seu comportamento respectivo era meramente devido a posições financeiras e sociais e deixamos de fora a parte mais importante – a justiça diante do Senhor: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14:15). Havia pessoas ricas que se opuseram aos instrumentos e outras inovações. Não muitas, mas algumas sim. Por quê? Porque amavam Deus e desejavam guardar seus mandamentos. Sem dúvida era mais fácil para a classe mais baixa, as pessoas mais pobres, resistir a estas inovações, simplesmente porque não tinham o dinheiro para adotá-las; e seus gostos costumavam ser mais simples, mais conservadores e mais rígidos. Mas justificar sua oposição deixaria de fora a parte mais importante da justiça: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos”. É por isso que Abraão rico, Lázaro pobre, Jó rico, Jó pobre, Davi rico, Elias pobre, José de Arimatéia rico e João Batista pobre serviram a Deus. Eles tinham quase nada em comum sociológica ou psicologicamente, mas tinham uma coisa em comum – eles amavam Deus e desejavam servi-lo. Então é óbvio qual influência é a maior – o desejo de servir a Deus ultrapassa as barreiras sociológicas e psicológicas.
Necessidade pela religião
Isso nos leva a uma outra pergunta: E a necessidade pela religião? “Algumas pessoas precisam e outras não.” Esta afirmação deixa muito a desejar. Uma outra afirmação quase certa da idéia seria que algumas pessoas sentem a necessidade pela religião e outras não; mas todos os homens precisam da religião. Os homens, reconhecendo ou não, precisam da Bíblia; e, reconhecendo ou não, precisam tomar muito cuidado para obedecerem a Deus. Devemos lembrar que, muitas vezes, há uma grande diferença entre o que precisamos e o que achamos que precisamos.
“Pregue o evangelho a toda criatura”
É verdade que as pessoas têm tipos diferentes de mentes. Estas diferenças são devidas à herança e ao ambiente. Estas mentes desejam tipos diferentes de religiões, tipos diferentes de atividades mentais. Dizem que não é a missão do evangelista atormentar aqueles de mentes e necessidades diferentes a aceitarem algo que não querem. Isso é verdade. Já aconteceu antes, e o resultado tem sido membros meio-convertidos. No entanto, há uma tendência de levar esta idéia longe demais e usarmos como umadesculpa para não tentarmos converter interessados improváveis. Em outras palavras, apenas converter as almas que “caem do céu”. Mas lembre-se que em Mateus 13 havia tipos diferentes de corações (mentes) e apenas um tipo de mente deu frutos verdadeiros. Apesar disso, a semente foi semeada para todos os corações. O coração que precisava e sabia que precisava da palavra e que a aceitou era o coração que deu frutos. Os outros corações, no fim, foram rejeitados.
Esta é a maneira que devemos proclamar o evangelho hoje. “E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado” (Marcos 16:15-16). Também vamos tomar cuidado em falar sobre o tipo de mente que precisa da religião bíblica para não deixarmos a impressão de que não tem problema se precisarmos dela, assim como não tem problema se não precisarmos dela. Não devemos dar a impressão de que, se a pessoa, por acaso, não tenha a herança e o ambiente certo para criar o tipo certo de disposição mental, então a conversão é impossível. Atitudes podem mudar. Afinal, não é disso que a conversão trata?
(–por Bob Waldron) Que Deus Abençoe a Todos Pastor Antonio Marques.
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