29 de fevereiro de 2016

ANDANDO NA VERDADE

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Números: Os Israelitas no Deserto

Depois da pausa para ver as orientações sobre adoração e serviço no livro de Levítico, nossa leitura volta à narração histórica com o livro de Números. Este livro preenche a lacuna entre Êxodo Deuteronômio e abrange quase todo o período da peregrinação dos israelitas no deserto, a história de uma geração que saiu do Egito, mas não entrou na terra de Canaã.
A primeira data citada neste livro foi exatamente um mês depois do primeiro levantamento do tabernáculo em Sinai (compare Êxodo 40:17 com Números 1:1). Os últimos capítulos registram acontecimentos do último ano da peregrinação. Ao todo, Números abrange mais de 38 anos da história de Israel.
O conteúdo do livro de Números pode ser resumido conforme os assuntos tratados:
Capítulos 1 a 9 falam sobre a consagração do povo no monte Sinai. Pouco mais de um ano depois da saída de Israel do Egito, Deus ordenou um censo do povo. Moisés usou estas informações na organização do acampamento e na divisão de tarefas. Os levitas foram encarregados das coisas sagradas, enquanto as outras tribos ficaram responsáveis pela defesa do povo. Foram contados 603.550 homens com idade suficiente para participar de guerra.
No capítulo 10, os israelitas saíram do monte Sinai, onde haviam passado quase um ano, seguindo uma nuvem que Deus usou para guiar seu povo. Deste momento, teria sido uma viagem relativamente rápida para chegar à terra prometida. Mas, como veremos nos capítulos seguintes, o povo se atrapalhou no deserto e a posse da terra foi adiada uma geração.
Capítulos 11 e 12 falam dos primeiros problemas na viagem. Como já havia feito um ano antes, o povo reclamou sobre a sua situação, dizendo que os alimentos que recebiam na escravidão no Egito eram melhores do que as provisões dadas por Deus na liberdade! Desejavam aqueles pepinos e peixes e desprezaram o maná enviado diariamente pelo Senhor. Outro problema partiu de Arão e Miriã, irmãos de Moisés, que mostraram ciúmes do líder escolhido por Deus.
Capítulos 13 e 14 relatam a história do erro que selou o destino de uma geração de hebreus. Dez dos doze espiões enviados para avaliar a terra de Canaã voltaram mais impressionados com o tamanho dos gigantes do que com o poder de Deus. Por sua covardia, convenceram o povo a desistir da conquista da terra boa que Deus havia preparado. Como consequência, todos os homens que saíram do Egito, com exceção dos dois espiões fieis, morreram no deserto. Somente seus filhos, que eram crianças quando saíram ou que nasceram no caminho, teriam oportunidade para entrar na terra de promessa.
Capítulos 15 a 19 falam sobre ensinamentos e exemplos daquela geração que serviam para reforçar a importância de respeitar a Deus e à sua vontade.
Capítulos 20 a 36 registram a história de alguns dos últimos meses da jornada do povo. Depois de 38 anos de peregrinação e a morte de uma geração, começaram o último trecho da viagem para Canaã. Alguns fatos de destaque deste período são a morte de Miriã e Arão, o pecado de Moisés que impediria a sua entrada na terra prometida, e os conflitos com os povos que encontraram no caminho para Canaã. Deus deu aos israelitas vitórias impressionantes sobre gigantes e povos grandes. Mesmo quando reis e profetas se juntaram contra o povo de Israel, Deus se mostrou mais forte e protegeu seu povo. Estes capítulos incluem instruções sobre várias situações, especialmente em relação à herança de terra, assunto que se tornaria importante na conquista de Canaã.
Um último censo feito antes da conquista da terra mostrou que, depois de várias gerações de crescimento rápido, a população de Israel se estagnou. O povo sofreu porque pecou!
(–por Dennis Allan).Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

VERSÍCULOS DO DIA


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Porque então darei uma linguagem pura aos povos, para que todos invoquem o nome do Senhor, para que o sirvam com um mesmo consenso.

MEDITAÇÃO DO DIA

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29 de fevereiro   Dia 60 

Lidando com os desanimados e os fracos 

Em 1 Tessalonicenses 5:14 Paulo diz aos cristãos: “Consoleis os desanimados, ampareis os fracos”. A tradução literal da palavra “desanimados” seria “de alma pequena”, assim sugerindo desânimo ou timidez. Seja qual for o caso do desânimo e da fraqueza, os cristãos devem consolar os desanimados e amparar os fracos.
Na prisão em Roma, Paulo podia ter ficado desanimado; em vez disso ele escreveu e encorajou a igreja de Filipos: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Filipenses 4:4). Ele havia aprendido que, qualquer que fosse a situação, ele devia estar contente (Filipenses 4:11).
Para a igreja em Roma ele escreveu: “Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões” (Romanos 14:1). “Ora, nós que somos fortes devemos suportar as debilidades dos fracos e não agradar-nos a nós mesmos” (Romanos 15:1). Paulo estava bem equipado para encorajar os outros devido à força que ele encontrou em Cristo. “Tudo posso naquele que me fortalece” (Filipenses 4:13).
(–por Billy Norris).Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

28 de fevereiro de 2016

ANDANDO NA VERDADE

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Números: Os Israelitas no Deserto

Depois da pausa para ver as orientações sobre adoração e serviço no livro de Levítico, nossa leitura volta à narração histórica com o livro de Números. Este livro preenche a lacuna entre Êxodo Deuteronômio e abrange quase todo o período da peregrinação dos israelitas no deserto, a história de uma geração que saiu do Egito, mas não entrou na terra de Canaã.
A primeira data citada neste livro foi exatamente um mês depois do primeiro levantamento do tabernáculo em Sinai (compare Êxodo 40:17 com Números 1:1). Os últimos capítulos registram acontecimentos do último ano da peregrinação. Ao todo, Números abrange mais de 38 anos da história de Israel.
O conteúdo do livro de Números pode ser resumido conforme os assuntos tratados:
Capítulos 1 a 9 falam sobre a consagração do povo no monte Sinai. Pouco mais de um ano depois da saída de Israel do Egito, Deus ordenou um censo do povo. Moisés usou estas informações na organização do acampamento e na divisão de tarefas. Os levitas foram encarregados das coisas sagradas, enquanto as outras tribos ficaram responsáveis pela defesa do povo. Foram contados 603.550 homens com idade suficiente para participar de guerra.
No capítulo 10, os israelitas saíram do monte Sinai, onde haviam passado quase um ano, seguindo uma nuvem que Deus usou para guiar seu povo. Deste momento, teria sido uma viagem relativamente rápida para chegar à terra prometida. Mas, como veremos nos capítulos seguintes, o povo se atrapalhou no deserto e a posse da terra foi adiada uma geração.
Capítulos 11 e 12 falam dos primeiros problemas na viagem. Como já havia feito um ano antes, o povo reclamou sobre a sua situação, dizendo que os alimentos que recebiam na escravidão no Egito eram melhores do que as provisões dadas por Deus na liberdade! Desejavam aqueles pepinos e peixes e desprezaram o maná enviado diariamente pelo Senhor. Outro problema partiu de Arão e Miriã, irmãos de Moisés, que mostraram ciúmes do líder escolhido por Deus.
Capítulos 13 e 14 relatam a história do erro que selou o destino de uma geração de hebreus. Dez dos doze espiões enviados para avaliar a terra de Canaã voltaram mais impressionados com o tamanho dos gigantes do que com o poder de Deus. Por sua covardia, convenceram o povo a desistir da conquista da terra boa que Deus havia preparado. Como consequência, todos os homens que saíram do Egito, com exceção dos dois espiões fieis, morreram no deserto. Somente seus filhos, que eram crianças quando saíram ou que nasceram no caminho, teriam oportunidade para entrar na terra de promessa.
Capítulos 15 a 19 falam sobre ensinamentos e exemplos daquela geração que serviam para reforçar a importância de respeitar a Deus e à sua vontade.
Capítulos 20 a 36 registram a história de alguns dos últimos meses da jornada do povo. Depois de 38 anos de peregrinação e a morte de uma geração, começaram o último trecho da viagem para Canaã. Alguns fatos de destaque deste período são a morte de Miriã e Arão, o pecado de Moisés que impediria a sua entrada na terra prometida, e os conflitos com os povos que encontraram no caminho para Canaã. Deus deu aos israelitas vitórias impressionantes sobre gigantes e povos grandes. Mesmo quando reis e profetas se juntaram contra o povo de Israel, Deus se mostrou mais forte e protegeu seu povo. Estes capítulos incluem instruções sobre várias situações, especialmente em relação à herança de terra, assunto que se tornaria importante na conquista de Canaã.
Um último censo feito antes da conquista da terra mostrou que, depois de várias gerações de crescimento rápido, a população de Israel se estagnou. O povo sofreu porque pecou!
(–por Dennis Allan).Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

VERSÍCULOS DO DIA


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Porque assim diz o Senhor: A tua ferida é incurável; a tua chaga é dolorosa.

Porque te restaurarei a saúde, e te curarei as tuas chagas, diz o Senhor; porquanto te chamaram a repudiada, dizendo: É Sião, já ninguém pergunta por ela.


1 João 5:11.Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

MEDITAÇÃO DO DIA

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28 de fevereiro   Dia 59  

Leituras: Mateus 17:14-21; Atos 21:15-25; Salmo 53; Provérbios 13:7-12; Levítico 25.  

Versículo Especial“Da soberba só resulta a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria” (Provérbios 13:10).  

Pensamento BíblicoA Tolice de Negar Deus (Salmo 53:1). É uma maneira insensata e de visão curta de encarar a vida, negar a evidência da existência de Deus. Tal filosofia conduz a uma vida vazia na terra, e à miséria eterna da separação do bom e santo Deus de todos. Temos que nos lembrar, contudo, de que os ateus não são os únicos que negam a Deus. Quando vivemos egoistamente, despreocupados com nossa responsabilidade perante Deus, somos igualmente insensatos e de vista curta. Precisamos viver como pessoas que verdadeiramente acreditam que Deus é real.  

Ação: Dê cada passo hoje, como se Deus o estivesse observando. Ele está!.Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

27 de fevereiro de 2016

ANDANDO NA VERDADE

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Levítico: Instruções para os Sacerdotes de Israel

A comunhão do povo de Israel com Deus foi a prioridade de Moisés. Quando Israel tropeçou, Moisés implorou que Deus não se afastasse deles (Êxodo 33:12-17). No sistema inaugurado pelo Senhor no deserto, uma parte chave desta comunhão entre o povo e Deus foi o sacerdócio levítico. Deus determinou que Arão, irmão de Moisés, e seus descendentes seriam os sacerdotes de Israel. Ordenou, também, que os parentes deles ajudassem em serviços de apoio. Eram todos da tribo de Levi. É desta tribo que o terceiro livro da Bíblia recebeu seu nome comum, Levítico. O livro relata as orientações dadas por Deus aos levitas e ao povo que, guiado por esta tribo sacerdotal, participaria destes atos de adoração e comunhão.
Uma vez que entendemos, pelo estudo do Novo Testamento, que as leis dadas aos israelitas no monte Sinai não estão em vigor após a morte de Jesus, seria fácil pular este livro e perder o valor da sua mensagem. É claro que suas regras sobre sacrifícios, ofertas, dízimos, alimentos e festas não se aplicam a nós, por terem sido sombras de Jesus Cristo e sua mensagem (Colossenses 2:16-17). Mas nestas sombras achamos lições valiosas que enriquecem o nosso entendimento do Novo Testamento e da base da nossa comunhão com o Senhor na Nova Aliança.
O conteúdo do livro de Levítico pode ser resumido conforme os assuntos tratados:
Capítulos 1 a 7 apresentam instruções detalhadas sobre diversos tipos de sacrifícios e ofertas.
Capítulos 8 a 10 tratam da consagração dos primeiros sacerdotes da família de Arão. No meio deste relato encontramos a triste história da morte de dois dos filhos de Arão por não seguir à risca as instruções dadas. Deus usou este exemplos para enfatizar a importância da reverência do homem diante do seu Senhor.
Capítulos 11 a 16 falam das leis sobre coisas imundas, inclusive sobre as distinções entre animais permitidos e proibidos como alimentos para os judeus. Hoje, estas regras não se aplicam, mas o princípio atrás delas mantém sua importância para os seguidores de Jesus no Novo Testamento. Deus usou estas distinções para ensinar a importância da santidade (separação) e explicou: “vós sereis santos, porque eu sou santo” (Levítico 11:45). Pedro usou este princípio como fundamento para seu ensinamento sobre a santificação prática dos cristãos (veja 1 Pedro 1:15-16).
Capítulos 17 a 20, 24, 25 e 27 incluem diveras leis práticas para manter a santidade do povo. Entre elas são restrições sobre casamentos e relações sexuais, princípios de honestidade e ética, avisos contra idolatria e blasfêmia, instruções sobre responsabilidades para com os pobres e orientações sobre votos.
Capítulos 21 e 22 falam da santidade dos sacerdotes e de algumas responsabilidades específicas deles.
Capítulos 23 e 25 estabelecem vários dias comemorativos no calendário judaico.
Capítulo 26 apresenta um contraste por meio de duas listas. A primeira designa diversas bênçãos para os obedientes enquanto a segunda fala dos castigos que viriam se o povo for desobediente. Neste capítulo, também, Deus mostra a sua vontade de perdoar os pecadores arrependidos, demonstrando seu desejo de manter a comunhão com este povo.
Na leitura do livro de Levítico, estamos nos preparando para compreender conceitos do Novo Testamento, onde aprendemos que todos os cristãos são sacerdotes com o privilégio de oferecer sacrifícios a Deus. Pedro disse: “também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” (1 Pedro 2:5). Que privilégio!
(-por Dennis Allan).Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

VERSÍCULOS DO DIA


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Nunca tal nos aconteça que nos rebelemos contra o Senhor, ou que hoje nós abandonássemos o Senhor, edificando altar para holocausto, oferta de alimentos ou sacrifício, fora do altar do Senhor nosso Deus, que está perante o seu tabernáculo.

Hebreus 10:24,25.Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

MEDITAÇÃO DO DIA

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27 de fevereiro   Dia 58  

Leituras: Mateus 17:1-13; Atos 21:1-14; Salmo 52; Provérbios 13:1-6; Levítico 23-24.  

Versículo Especial: “Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus” (Mateus 17:8).  

Pensamento BíblicoEles Viram Jesus Sozinho (Mateus 17:1-9). Pedro, Tiago e João gozaram de um privilégio, aqui, que haveria de ter emocionado muitos judeus do seu tempo. Eles, na verdade, conseguiram sentar-se aos pés de Moisés, o grande doador da Lei, e de Elias, o profeta. Pedro, provavelmente, pretendeu honrar Jesus pondo seu tabernáculo bem junto das tendas destes heróis do Velho Testamento, mas Deus pretendia outra mensagem. Moisés desapareceu. Elias desapareceu. Jesus permaneceu.  “Ouça-o”.  

Ação: Ouça reverentemente as palavras de Jesus. Obedeça-o.Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques  

26 de fevereiro de 2016

VERSÍCULOS DO DIA

MEDITAÇÃO DO DIA

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26 de fevereiro   Dia 57  

Leituras: Mateus 16:21-28; Atos 20:17-38; Salmo 51; Provérbios 12:23-28; Levítico 21-22.  

Versículo EspecialO justo serve de guia para o seu companheiro, mas o caminho dos perversos os faz errar” (Provérb
ios 12:26).  

Pensamento BíblicoA Interferência de Pedro  (Mateus 16:21-23). Este incidente é um contraste claro com a parte precedente, que estudamos ontem. Aqui, Pedro se torna uma tentação para Jesus, porque ele não entende a necessidade da morte de Cristo. Note o claro contraste entre os versículos 23 e 17. Desta vez, Pedro não cogitava “das coisas de Deus, e sim, das dos homens.”  Ele não estava seguindo a vontade de Deus, mas procurando o rumo que fazia sentido para ele, do ponto de vista humano. Sempre que exaltamos o raciocínio humano acima da revelação divina, nos pomos em direção a uma colisão com o desastre espiritual. Quando o raciocínio humano comanda, nós erramos!  

Ação: Teste suas crenças, palavras e ações. Siga as coisas de Deus.Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

25 de fevereiro de 2016

MENSAGEM PARA SEU CORAÇÃO

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Viver para si ou para Deus?

Falando em termos gerais, as vidas dos homens são governadas por uma de duas filosofias fundamentais: viver da maneira que lhe agrada, ou viver da maneira que agrada a Deus. O apóstolo Pedro refere-se indiretamente a esses dois estilos de vida enquanto incentiva o segundo quando diz, “para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus” (1 Pedro 4:2). Os homens viverão de acordo com um ou outro; para si ou para Deus. Faz-me pensar se contemplo exatamente como o resto da minha vida na carne será vivida. Seria bom se todo mortal considerasse isso.
Como foi notado, nossa maneira de vida é governada pela vontade própria ou pela vontade divina. Isso não quer dizer que sempre somos influenciados exclusivamente por uma e negligenciamos completamente a outra. Homens maus freqüentemente farão algumas coisas boas e homens bons às vezes fazem o mal. No entanto, aquela que governa as nossas vidas é aquela que tem a influência predominante ou decisiva. Como um agente mortal livre, cada homem irá determinar suas próprias prioridades. Ele não tem que ser um servo do pecado! (Romanos 6:16-18) – mas Deus também não o predestina nem o preserva como um servo da justiça. É o que cada homem querfazer, o que ele quer ser, que determina suas prioridades e os princípios que o governarão.
Da mesma forma, Jesus disse a certos judeus, “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos” (João 8:44). E, a outros como eles, ele disse: “Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mateus 23:37). Eles fazem como queriam sem respeitar o que agradava ao Senhor. Ao escrever para os santos em Éfeso, Paulo relembra-os de um tempo no qual “também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos...” (Efésios 2:3). Este era o seu estilo de vida, mas havia mudado porque eles haviam mudado. Não era mais a sua vontade “viver segundo as inclinações dos homens, mas segundo a vontade de Deus”. Então os homens podem mudar suas vontades – e fazem isso conforme mudaram as suas mentes pelo arrependimento verdadeiro. O arrependimento é um efeito da fé e a fé vem através de ouvir a palavra de Deus (Romanos 10:17; João 20:31).
Por isso, conforme o homem ouve e aprende a vontade de Deus (João 6:45), ele pode mudar sua própria vontade e, conseqüentemente, seu estilo de vida. Isso é o que Paulo chama de “transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Romanos 12:2). Todo cristão verdadeiro foi mudado assim. É uma mudança de fé, afetado pela palavra poderosa de Deus (Romanos 1:16) – mais nada pode produzir tal fé e levar a tal mudança. Mas, temos que lembrar que, uma mente mudada, por si só, não significa um relacionamento mudado com Deus. O pecador alienado ainda tem que ter o perdão pelos pecados e isso só é possível através do batismo. Como os pecados são lavados no batismo (Atos 22:16), torna-se um ponto de transição entre o estado perdido e salvo. A partir de tal fé como será expressado no arrependimento e batismo vem a remissão dos pecados (Atos 2:38) e, conseqüentemente, a novidade de vida (Romanos 6:4). Que maneira melhor de viver o “resto do seu tempo na carne”?
(–por Dan S. Shipley)Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

ANDANDO NA VERDADE

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Gênesis: O Livro de Começos

No princípio. Estas são as primeiras palavras do primeiro livro nas nossas Bíblias. A partir desta introdução, o relato descreve, em termos muito resumidos, a criação do Universo e a história dos primeiros seres humanos. O livro de Gênesis abrange um período de tempo maior do que qualquer outro dos livros bíblicos, e apresenta informações fundamentais para compreender os demais. Vamos conhecer um pouco deste livro.
Gênesis é um dos livros atribuídos a Moisés, personagem importante dos quatro livros que o seguem. Serve para explicar ao povo judeu suas raízes genealógicas e, mais importante, o propósito de Deus para este povo. Este livro responde, também, a questões naturais de pessoas de quaisquer nações que buscam entendimento de suas origens e da vontade do seu Criador.
Vamos ver resumidamente o conteúdo dos capítulos de Gênesis.
Capítulos 1 e 2 falam sobre a criação do Universo pela palavra de Deus. O autor não apresenta argumentos filosóficos nem explicações científicas deste processo. Ele afirma que Deus falou e, pela força da sua palavra, criou todas as coisas. O primeiro capítulo descreve a criação geral e o segundo volta a destacar mais detalhadamente o que Deus fez para criar o homem e a mulher, o casal que passa a ser conhecido como Adão e Eva. Deus criou este casal com a capacidade de compreender palavras faladas e de escolher entre o amor e o ódio. O amor seria manifestado em atos de obediência para agradar o Criador, enquanto a rebeldia seria prova do desrespeito para com ele. Descobrimos no capítulo 2, também, a vontade de Deus sobre o casamento. Antes de existir qualquer tipo de igreja ou religião organizada, Deus explicou sua intenção de um homem e uma mulher se unirem no casamento (Gênesis 2:24; compare Marcos 10:5-8).
Capítulos 3, 4 e 5 destacam a separação do homem de Deus em consequência do pecado. Adão e Eva desobedeceram a palavra de Deus e sofreram várias consequências deste erro. O mais grave dos resultados foi a separação de Deus na expulsão do casal do paraíso terrestre do Éden. Depois, outros também pecaram e sofreram consequências.
Capítulos 6 a 9 relatam um dilúvio mundial que Deus usou para limpar o mundo do pecado e começar novamente com a família de Noé. Oito pessoas foram salvas pela água (1 Pedro 3:20).
Capítulos 10 e 11 descrevem a dispersão dos descendentes de Noé depois do dilúvio. Foram espalhados pela confusão dos idiomas que Deus fez quando alguns tentaram se exaltar contra o Senhor. No final do capítulo 11, a lista dos descendentes de Noé chega a Abraão, o personagem principal do resto do livro de Gênesis.
Capítulos 12 a 50 contam a história de quatro gerações da família pela qual Deus prometeu cumprir seus propósitos para com os homens. Deus prometeu fazer dos descendentes de Abraão uma grande nação que receberia uma terra especial. Mais importante, ele disse que um dos descendentes deste patriarca abençoaria todas as famílias da terra. Esta profecia de Gênesis 12:1-3 predisse a vinda de Jesus Cristo uns 2.000 anos antes do seu nascimento. Nestes capítulos, aprendemos sobre a fé obediente de Abraão, Isaque, Jacó e José. Também descobrimos como esta família chegou ao Egito, onde passou gerações na escravidão. Desta maneira Moisés apresentou o pano de fundo para o povo israelita de sua geração compreender seu lugar no plano de Deus.
Uma das principais mensagens do livro de Gênesis foi bem resumida em um comentário no Novo Testamento sobre os patriarcas: “Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém, de longe, e saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra. Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria” (Hebreus 11:13-14). O primeiro livro da Bíblia está cheio de esperança!
(–por Dennis Allan).Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

VERSÍCULOS DO DIA


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Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina!

Lucas 9:2.Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

MEDITAÇÃO DO DIA

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25 de fevereiro   Dia 56  

Leituras: Mateus 16:13-20; Atos 20:1-16; Salmo 50; Provérbios 12:17-22; Levítico 19-20.  

Versículo EspecialOs lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor, mas os que obram fielmente são o seu prazer” (Provérbios 12:22).  

Pensamento Bíblico: A Grande Confissão de Pedro (Mateus 16:13-20). Naquele tempo, como agora, havia muitas atitudes diferentes para com Jesus. Pedro confessou a verdade: “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo” (v. 17). Quando ele seguia cuidadosamente as coisas reveladas por Deus, Pedro sempre manifestava grandeza. De fato, é difícil imaginar uma confissão mais significativa do que a que ele proclamou. Entretanto, quando Pedro ouviu as idéias dos homens, ele lutou contra Jesus (Mateus 16:23). Se confiarmos na palavra de Deus, nós não erraremos.  

Ação: Confesse Cristo diante de outros; eles precisam saber a respeito dele!.Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques

24 de fevereiro de 2016

ANDANDO NA VERDADE

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Resumos dos Livros da Bíblia: Introdução
A Bíblia é um livro de livros. É uma pequena biblioteca de livros escritos ao longo de 1.500 anos ou mais por aproximadamente 40 autores em três idiomas e em vários países. Nas Bíblias que usamos hoje, estes livros não seguem uma ordem cronológica. São organizados mais ou menos por tipo de livro – agrupamentos de livros históricos, poéticos, proféticos, etc. Para muitos leitores, o estudo da Bíblia se torna mais difícil por não ter noção de como compreender estes livros no seu contexto. E muitas das doutrinas erradas no mundo religioso vêm de abuso de textos bíblicos que são interpretados sem respeitar seu contexto.
Começando com a coluna de hoje, pretendo dedicar um artigo por semana à introdução dos livros da Bíblia. Cada artigo desta série terá o objetivo de resumir a mensagem de um livro no seu contexto histórico. A ênfase será nas informações bíblicas, especialmente as informações internas (muitos dos livros bíblicos incluem todas as informações necessárias para colocá-los nos seus contextos históricos). Além de considerar as perguntas óbvias de contexto (quem escreveu, para quem e quando), vamos também prestar atenção no conteúdo dos livros com um resumo de cada.
O uso ideal destes artigos será como incentivo para a leitura bíblica. Mesmo os maiores livros da Bíblia podem ser lidos em uma semana, e seria ótimo se o leitor aproveitasse estes resumos para iniciar a leitura daquele livro. Por exemplo, depois de ler o artigo sobre Gênesis (na próxima semana, se Deus permitir), leia o livro de Gênesis. Esta leitura exigirá uma média de 7 capítulos por dia. Na outra semana, depois de ler sobre Êxodo, a leitura de 6 capítulos por dia será suficiente para conhecer o conteúdo na semana seguinte. Quando chegar aos livros pequenos (há vários com apenas um, dois ou três capítulos), pode aproveitar aquelas semanas mais “leves” para voltar e ler novamente os trechos que achar especialmente interessantes.
Antes de entrar nestes resumos livro por livro, ajudará olhar para o conteúdo da Bíblia toda. Se abrir a Bíblia e olhar para o índice geral, perceberá duas partes principais: o Antigo e o Novo Testamento. O Antigo começa com Gênesis, e relata a história da interação de Deus com os seres humanos desde a Criação até a restauração dos israelitas à sua terra depois do cativeiro babilônico, poucos séculos antes de Cristo. Esta parte da Bíblia inclui livros que comunicam a Lei de Deus aos judeus, livros que contam a história daquele povo escolhido, livros de sabedoria que ensinam vários princípios importantes para a vida e vários livros proféticos que contêm mensagens para o povo da época e revelações dos planos de Deus para épocas posteriores.
O Novo Testamento é bem menor, e consiste em livros escritos durante um período de aproximadamente 60 anos depois da morte de Jesus. Os primeiros quatro livros são relatos paralelos e complementares da biografia de Jesus, conhecidos como os evangelhos. O livro de Atos conta alguns fatos da história da igreja primitiva guiada pelo ensinamento dos apóstolos, com destaque no trabalho de Pedro entre os judeus e de Paulo entre outros povos. O resto do Novo Testamento é uma coletânea de cartas escritas a várias igrejas e indivíduos. Estas cartas foram escritas pelos próprios apóstolos e outros autores escolhidos por Deus para instruir seu povo, os discípulos de Jesus Cristo.
Com esta introdução, começamos a nossa jornada pelas páginas destes livros fascinantes. Na leitura das Escrituras, veremos as características de Deus, com ênfase no seu amor e na sua santidade. Veremos as reações dos homens ao Criador, tanto os fiéis e obedientes quanto os rebeldes e desobedientes. Em todos estes casos, haverá lições para o nosso bem. Para receber o benefício destes estudos, é preciso desejar a palavra como um bebê deseja leite: “Despojando-vos, portanto, de toda maldade e dolo, de hipocrisias e invejas e de toda sorte de maledicências, desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação, se é que já tendes a experiência de que o Senhor é bondoso” (1 Pedro 2:1-3).
(–por Dennis Allan).Que Deus abençoe a todos pastor Antonio Marques
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