(Comentário Bíblico Moody) Tudo estava em seu devido ligar sobre o altar. O filho amado
das promessas estava amarrado e prostrado sobre a lenha que ele mesmo
trouxera sobre os ombros. O fogo estava pronto. Tudo estava calmo e
quieto. A faca afiada foi desembainhada e levantada. De repente a voz do céu quebrou o silêncio. Deus ordenou
que Abraão deixasse a faca de lado, desamarrasse as correias que
prendiam o rapaz e que trouxesse o carneiro preso entre os arbustos. Essa
foi a hora suprema de Abraão. Deus experimentara o seu coração e
estava satisfeito. Novamente Isaque se colocou ao lado de seu pai, uma
testemunha da misericórdia, da graça e da provisão do Senhor (cons. v
14). Foi por isso que Jesus disse. "Abraão, vosso pai, exultou por ver o
meu dia e viu-o, e alegrou-se" (João. 8:56). O homem de Deus retornou a
Berseba iluminado com o senso da presença de Deus. Jamais tornaria a
ser o mesmo. As grandes promessas foram renovadas, e foi-lhe
assegurado que as bênçãos da aliança seriam dele e e de seus
descendentes.
Gênesis 23
13) A Morte e o Sepultamento de Sara. 23:1-20.
1,2 Sara . . morreu em Hebrom. Aos 127 anos de idade Sara
morreu, deixando Abraão vergado pela dor. O amor dele por ela fora
genuíno e meigo. Ela fora a sua "princesa". Podemos bem imaginar que
durante as horas negras e as felizes, ela foi um arrimo constante para a
sua fé e uma fonte de força em toda a sua jornada. Eles tinham se
mudado de Berseba para Hebrom, uma cidade a 28,8 kms ao sul de
Jerusalém. Isaque tinha agora trinta e sete anos de idade. Em sua tristeza
Abraão revelou algo da dignidade da sua alma que caracteriza o forte
homem de Deus. Além de gemer e manifestar sua dor audivelmente, ele
chorou. As palavras hebraicas para lamentar e chorar transmitem ambas
as idéias. Que Deus abençoe a todos
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