1-9. Disse Abraão ao seu mais antigo servo . . . tomarás esposa
para Isaque, meu filho. Antes que Elíézer partisse, Abraão lhe deu
instruções detalhadas e exigiu que fizesse um voto sagrado. Colocar a
mão sob a coxa era atitude solene, significando que se o juramento fosse
violado, os filhos, mesmo os que ainda não tinham nascido, vingariam o
ato de deslealdade. Por meio do juramento, o servo ficaria obrigado a
maior diligência na obtenção de uma esposa aceitável para Isaque.
Abraão assegurou-lhe que receberia a ajuda de Deus: Ele enviará o seu
anjo, que te há de preceder, e tomarás de lá esposa para meu filho.
10-14. O servo . . . levantou-se e partiu... para a idade de Naor.
O servo recebeu a promessa de orientação divina e estava ansioso em ser
conduzido. Um homem devoto, que buscava conhecer a vontade de
Deus, orou fervorosamente e confiou que receberia orientação detalhada.
Sentia que um erro poderia ser desastroso. É claro que Eliézer era o
homem de Deus para uma expedição altamente importante. A cidade de Naor. A cidade de Harã ou uma cidade chamada Naor nas vizinhanças
de Harã. Mesopotâmia é a tradução do hebraico que poderia
literalmente ser traduzido para "Arão dos dois rios", isto é, a região dos
vales dos rios Tigre e Eufrates. Betuel era o pai de Labão e Rebeca. Os
pais de Betuel eram Naor e Milca. Abraão era seu tio. Que Deus abençoe a todos
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