11 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA


11 de Abril Dia 101  

Leituras: Mateus 27:45-56; Romanos 9:25-33; Salmo 89:19-37; Provérbios 21:25-31; Deuteronômio 32.  

Versículo Especial: “O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor” (Provérbios 21:31).  

Pensamento Bíblico: Fútil Confiança na Força Militar (Provérbios 21:31). Os homens põem grande confiança na força militar. Um grande exército, equipado com as armas mais avançadas da moderna tecnologia, é considerado por algumas pessoas como a confirmação da segurança. Não devemos jamais esquecer que a libertação pertence a Deus. Com ou sem um exército poderoso, nações são protegidas por Deus, conforme ele achar direito e justo. Temos que confiar nele ao invés dos guerreiros humanos.  

Ação: Ajude a estabilizar sua nação e o mundo: ensine a alguém o evangelho de Jesus Cristo. Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net. 

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

Livro João (William Barclay) 15 (b) Mais ainda, todo leitor do quarto Evangelho deve ter notado que os milagres de Jesus nesse Evangelho costumam estar seguidos por um longo discurso. A alimentação dos cinco mil vai seguida do longo discurso sobre o Pão da Vida (capítulo 6); a cura do cego surge da afirmação que Jesus é a Luz do Mundo (capítulo 9); a ressurreição de Lázaro leva a afirmar que Jesus é a ressurreição e a vida (capítulo 11). Para João os milagres não eram meros acontecimentos no tempo; eram ilustrações, exemplos, visões daquilo que Deus está sempre fazendo e do que sempre é Jesus; são janelas que se abrem à realidade de Deus. Jesus não só alimentou uma vez a cinco mil pessoas; isso é apenas um exemplo de que Ele é sempre o autêntico Pão da Vida. Jesus não só abriu uma vez os olhos de um cego; Ele sempre é a Luz do Mundo. Jesus não só ressuscitou uma vez a Lázaro; sempre e para todos os homens é a ressurreição e a vida. Para João um milagre nunca era um ato isolado; sempre era uma janela em torno da realidade daquilo que Jesus sempre era e sempre é e do que sempre fez e sempre faz. Era nisto que estava pensando o grande estudioso Clemente de Alexandria (cerca do ano 230 d. C.) quando chegou a um dos veredictos mais famosos e verdadeiros sobre o propósito, origem e finalidade do quarto Evangelho. Segundo ele, os Evangelhos que contêm as genealogias – Lucas e Mateus – foram escritos em primeiro lugar; depois Marcos, ante o requerimento de muitas pessoas que tinham ouvido a pregação de Pedro, compôs seu Evangelho, que incluía o material das pregações de Pedro; e logo, "em último lugar, João, considerando que já se relatou bastante a respeito do que se referiam às coisas corporais do ministério do Jesus, e animado por seus amigos, e inspirado pelo Espírito Santo, escreveu um evangelho espiritual." (Citado por Eusébio, História Eclesiástica 6:14). Estudando a Biblia livro por livro.

10 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

10 de Abril Dia 100  

Leituras: Mateus 27:27-44; Romanos 9:14-24; Salmo 89:1-18; Provérbios 21:19-24; Deuteronômio 31.  

Versículo Especial: “O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias” (Provérbios 21:23).  

Pensamento Bíblico: “. . . A Si Mesmo Não Pode Salvar-se” (Mateus 27:42). Os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos zombaram da aparente fraqueza de Jesus, vendo-o como um inimigo desamparado, vencido. Eles não conseguiram entender que ele poderia ter se salvado (veja João 10:18; Mateus 26:53), mas que tal decisão teria derrotado seu propósito de salvar os homens do seu pecado. Jesus escolheu a morte para que pudéssemos viver. Ele morreu, não em fraqueza, mas em inigualável força.  

Ação: Agradeça a Deus pelo sacrifício voluntário de seu filho. Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net. 

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Livro João (William Barclay) 14 O grande problema era como chegar a esse mundo real, como sair de nossas sombras para chegar às verdades eternas. A resposta do João é que isso é o que Jesus não permite fazer. Jesus é a realidade que descendeu à Terra. A palavra grega para real neste sentido é alethinos; está relacionada muito de perto com a palavra alethes, que significa verdade, e com aletheia, que significa a verdade. Quando nossas versões se encontram com alethinos o traduzem por verdadeiros; seria mais correto traduzir real, ou autêntico. Jesus é a luz real (1:9); Jesus é o pão real (6:32); Jesus é a real videira (15:1); a Jesus pertence o julgamento real (8:16). Jesus é o único que possui realidade em nosso mundo de sombras e imperfeições. Agora, disto se desprende algo: e é que, em conseqüência, cada ação que Jesus levou a cabo foi, não só um ato no tempo, mas também uma janela que nos permite ver a realidade. Isso é o que João quer dizer quando fala dos milagres de Jesus como sinais (semeia). As obras maravilhosas do Jesus não só eram maravilhosas eram janelas que se abriam à realidade que é Deus. Isto explica a forma em que João relata as histórias dos milagres. Ele as relata de maneira bem diferente da que os outros três evangelistas empregam. As diferenças são duas: (a) No quarto Evangelho notamos a ausência da nota de compaixão que aparece nas histórias dos milagres nos outros Evangelhos. Naqueles, o Mestre Jesus se sente movido pela misericórdia para com o leproso (Marcos 1:41); sente simpatia para com Jairo (Marcos 5:22); sente compaixão pelo pai do moço epilético (Marcos 9:14); quando ressuscita o filho da viúva do Naim, Lucas diz com uma ternura infinita: “E Jesus o restituiu a sua mãe” (Lucas 7:15). Mas em João os milagres não são tanto atos de misericórdia como atos que demonstram a glória de Cristo. Depois do milagre de Caná da Galiléia, João comenta: “Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória” (João 2:11). A ressurreição do Lázaro tem lugar "para a glória de Deus" (João 11:4). A cegueira do homem cego existia para que se manifestasse a glória das obras de Deus (João 9:3). Não é que para João não tenha havido amor e compaixão nos milagres; mas em cada um deles via a glória da realidade de Deus penetrando no tempo e nos assuntos dos homens. Estudando a Biblia livro por livro.

9 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


9 de Abril Dia 99  

Leituras: Mateus 27:11-26; Romanos 9:1-13; Salmo 88; Provérbios 21:13-18; Deuteronômio 29-30.  

Versículo Especial: “O que tapa o ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido” (Provérbios 21:13).  

Pensamento Bíblico: Tristeza pela Perda de Entes Queridos (Romanos 9:1-13). Nesta passagem, Paulo revela a dor que ele sentiu ao ver seus parentes rejeitarem a Cristo. Doeu-lhe profundamente compreender que eles estavam perdidos, não querendo obedecer ao evangelho. Mas ele sabia que Deus não havia falhado. Deus manteve suas promessas e deu aos israelitas todas as oportunidades para se salvarem. Foi deles a decisão de rejeitar o evangelho. Aquela decisão entristeceu a Paulo, mas não o desencorajou de viver pelo Senhor e ensinar esforçadamente a outros o evangelho. Podemos aprender com o exemplo de Paulo e ir em frente com determinação para ensinar a outros.  

Ação: Compartilhe as Boas Novas com pessoas que precisam delas!Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

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Livro João (William Barclay) 13 Os gregos tinham duas grandes concepções. (a) Tinham o conceito do Logos. Em grego logos significa duas coisas: quer dizer uma palavra e quer dizer razão. O judeu estava muito familiarizado com a palavra todo-poderosa de Deus. "E disse Deus: Haja a luz; e houve luz" (Gênesis 1:3). O grego estava muito familiarizado com a idéia de razão. Contemplando este mundo, o grego via uma ordem magnífica, esplêndido, no qual se podia confiar. A noite e o dia aconteciam com uma regularidade infalível; o ano mantinha suas estações em um curso invariável; as estrelas e os planetas se moviam segundo um curso inalterável; a natureza tinha leis que não variavam. O que produz esta ordem? O grego respondia sem hesitações: o Logos de Deus; a mente de Deus é a responsável da ordem majestosa do mundo. O grego continuava: O que é o que dá ao homem o poder de pensar, de raciocinar e de conhecer? O que é o que o converte em uma criatura racional e pensante? E novamente respondia sem hesitações: o Logos de Deus; a mente de Deus que habita dentro do homem o converte em um ser pensante e racional. Então João se serve disto. Pensou em Jesus segundo esta categoria. Disse aos gregos: "Toda a vida vocês se sentiram fascinados por esta grande mente de Deus, que guia e controla. A mente de Deus veio ao mundo no homem Jesus. Olhem e verão como são a mente e o pensamento de Deus." João tinha descoberto uma nova categoria na qual os gregos podiam pensar em Jesus, uma categoria segundo a qual Jesus se apresentava nada menos que como o próprio Deus atuando sob a forma de um homem. (b) Tinham o conceito dos dois mundos. O grego sempre concebeu dois mundos, sendo um deles o mundo no qual vivemos. Era um mundo maravilhoso a seu modo, mas um mundo de sombras e cópias e irrealidades. O outro era o mundo real, no qual vivem para sempre as grandes realidades das quais nossas coisas mundanas não são mais que pálidas cópias. Para o grego o mundo invisível era o mundo real; o mundo visível não era mais que uma sombra, uma irrealidade. Platão foi quem sistematizou esta forma de pensar em sua doutrina das formas ou das idéias. Sustentava que no mundo invisível estava o modelo perfeito de todas as coisas, e que as coisas deste mundo eram cópias ou sombras dos modelos eternos. Para dizê-lo em forma singela, Platão sustentava que em algum lugar havia um modelo perfeito de uma mesa da qual todas as mesas da Terra eram cópias inadequadas; em algum lugar estava o modelo perfeito do bem e da beleza da qual tudo bem e toda beleza terrena não são mais que cópias imperfeitas e inadequadas. E a grande realidade, a idéia suprema, o modelo de todos os modelos e a forma de todas as formas é Deus. Estudando a Biblia livro por livro.

8 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


8 de Abril Dia 98  

Leituras: Mateus 27:1-10; Romanos 8:31-39; Salmo 87; Provérbios 21:7-12; Deuteronômio 28.  

Versículo Especial: “Que diremos, pois, à vista destes cousas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31).  

Pensamento Bíblico:  A Tristeza de Judas (Mateus 27:1-10). Na noite anterior à morte de Jesus, Judas pecou gravemente. Quando ele deveria ter permanecido com Jesus, ele o traiu. Quando ele meditou sobre seu pecado, entristeceu-se e fugiu. Sua morte por suicídio, em seguida, mostrou a profundidade de seu desespero. Ele se suicidou, e desta maneira roubou do Senhor a vida que lhe pertencia.  

Ação: Não importa a gravidade de seu pecado, lembre-se de que a solução está em voltar para Deus, não em fugir dele.Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.  

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Livro João (William Barclay) 12 O quarto Evangelho foi escrito em Éfeso ao redor do ano 100 d. C. Nessa época tinham aparecido dois rasgos especiais na situação da Igreja cristã. Em primeiro lugar, a Igreja se estendeu ao mundo dos gentios. Para essa época a Igreja cristã já não era judaica em sua major parte; de fato preponderavam os gentios em uma margem muito ampla. Agora a grande maioria de seus membros provinham, não de um ambiente judeu, e sim helenista. Dado esse estado de coisas, era necessário reformular o cristianismo. Não era que tivesse mudado a verdade do cristianismo; mas terei que trocar os términos e as categorias em que devia expressar-se essa verdade. Vejamos um só exemplo. Um grego podia tomar em suas mãos o Evangelho Segundo São Mateus, mas ao abri-lo se encontrava diante de uma extensa genealogia. As genealogias eram algo muito conhecido para os judeus, mas completamente incompreensíveis para os gregos. Se continuava lendo,encontrava-se com um Jesus que era o Filho de Davi, um rei a respeito de quem os gregos jamais tinham ouvido falar, e o símbolo de uma ambição racial e nacionalista que não significava nada para o grego. Encontrar-se-ia frente à figura de Jesus como Messias, termo que os gregos nunca tinham ouvido. Devia obrigar-se, ao grego que queria converter-se em cristão, a reorganizar todo o seu pensamento segundo as categorias judaicas? Devia aprender uma quantidade de história judaica e de literatura apocalíptica judaica (que falava da vinda do Messias) antes de poder converter-se em cristão? Como o expressara E. J. Goodspeed: "Não havia alguma forma mediante a qual lhe pudessem apresentar diretamente os valores da salvação cristã sem encaminhá-lo, e até poderíamos dizer desviá-lo, para sempre pelo judaísmo?" O grego era um dos grandes pensadores do mundo. Devia abandonar toda sua enorme tradição intelectual para pensar por completo em términos e categorias de pensamento judeus? João enfrentou o problema com sinceridade e justiça. E encontrou uma das soluções maiores que jamais tenham entrado na mente do homem. Mais adiante no comentário trataremos com muita maior atenção a grande solução do João. No momento a assinalamos em forma esquemática. Estudando a Biblia livro por livro.

7 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


7 de Abril Dia 97  

Leituras: Mateus 26:69-75; Romanos 8:18-30; Salmo 86; Provérbios 21:1-6; Deuteronômio 26-27.  

Versículo Especial: “Exercitar justiça e juízo é mais aceitável ao Senhor do que sacrifício” (Provérbios 21:3).  

Pensamento Bíblico: O Retorno de Pedro (Mateus 26:69-75). Na noite anterior à morte de Jesus, Pedro pecou gravemente. Quando ele deveria ter permanecido com Jesus, ele o negou. Então, ele meditou sobre seu pecado, arrependeu-se e retornou. Sua vida de serviço depois mostrou a profundidade de seu amor. Ele deu ao Senhor sua vida.  

Ação: Jesus deu sua vida por você. Dê sua vida a ele.Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

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Livro João (William Barclay) 11 Por mais diferença que haja entre João e os outros três Evangelhos, não se deve atribuir essas diferenças à ignorância ou à falta de conhecimentos. Ao contrário, se devem explicar pelo fato de que ele tinha mais conhecimentos, ou melhores fontes ou uma memória mais vívida que a que tinham os outros. Outra evidência do conhecimento especializado do autor do quarto Evangelho é seu conhecimento detalhado da Palestina e Jerusalém. Sabe quanto tempo levou a construção do Templo (12:20); sabe que judeus e samaritanos mantêm uma luta constante (4:9); sabe a baixa estima da mulher entre os judeus (4:9); sabe o que pensam os judeus sobre o sábado (5:10; 7:21-23; 9:14). Tem um conhecimento pessoal da geografia da Palestina. Conhece as duas Betânias, uma das quais está do outro lado do Jordão (1:28; 12:1); sabe que alguns dos discípulos eram da Betsaida (1:44; 12:21); que Caná está na Galiléia (2:1; 4:6; 21:2); que Sicar está perto de Siquém (4:5). Tem o que poderíamos chamar um conhecimento de Jerusalém rua por rua. Conhece o pórtico e o lago contíguo (5:2); o lago do Siloé (9:7); o pórtico do Salomão (10:23); a corrente do Cedrom (18:1); o Pavimento que se chama Gabatá (19:13); o Gólgota, que é como uma caveira (19:17). Mas devemos recordar que Jerusalém foi destruída no ano 70 D.C. e que João não escreveu até perto do ano 100; e entretanto, graças à sua memória, conhece Jerusalém como a palma de sua mão. As circunstâncias em que João escreveu Já vimos que há diferenças reais entre o quarto Evangelho e os outros três; e também vimos que, qualquer que tenha sido a causa destas diferenças, não se deve à falta de conhecimento. Agora devemos nos perguntar: Com que fim João escreveu seu Evangelho? Se podemos descobrir qual foi o propósito, descobriremos por que escolheu e tratou seu material como o fez. Estudando a Biblia livro por livro.

6 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


6 de Abril Dia 96  

Leituras: Mateus 26:57-68; Romanos 8:12-17; Salmo 85; Provérbios 20:25-30; Deuteronômio 24-25.  

Versículo Especial: “O ornato dos jovens é a sua força, e a beleza dos velhos, as suas cãs” (Provérbios 20:29).  

Pensamento Bíblico: “Co-herdeiros com Cristo”  (Romanos 8:17). Que privilégio! Podemos ser filhos de Deus e herdeiros junto com Cristo! Tudo isto é possível porque ele sofreu por nós. Mas a herança da glória eterna está dependendo de uma condição: temos que participar de sua morte, sepultamento e ressurreição. Temos que crucificar nosso velho homem do pecado (veja Romanos 6:3-7).  

Ação: Resolva participar da morte, sepultamento e ressurreição de Jesus. Viva uma vida nova na terra e espere uma vida eterna no céu!Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

Livro João (William Barclay) 10 O conhecimento especial de João Há um fato indubitável. Se João diferir dos outros três Evangelhos não se deve à ignorância ou à falta de informação. O fato concreto é que embora omita muito do que eles nos dizem, também nos diz muito a respeito do qual outros não tinham nada que dizer. João é o único que nos relata as bodas de Caná da Galiléia (2:1-11); a entrevista de Nicodemos com Jesus (3:1-15); a respeito da mulher samaritana (4); sobre a ressurreição de Lázaro (11); sobre a forma em que Jesus lavou os pés de seus discípulos (13:1-17); sobre o maravilhoso ensino sobre o Espírito Santo, o Consolador, que está disseminado entre os capítulos 14 e 17. É só em João que alguns dos discípulos cobram vida. É unicamente em João onde fala Tomé (11:16; 14:5; 20:24-29); onde André adquire uma personalidade real (1:40-41; 6:8-9; 12:22); onde temos uma fagulha do caráter de Felipe (6:5-7; 14:8-9); onde ouvimos o indignado protesto de Judas quando Jesus é ungido em Betânia (12:4). E o estranho de João é que estes pequenos toques extra são intensamente reveladores. Os retratos que faz João de Tomé, André e Felipe são como pequenos camafeus ou vinhetas nos quais se esboçam os rasgos do caráter destes homens em uma forma que não podemos esquecer. Mais ainda, repetidamente João inclui pequenos toques extra que soam como as lembranças de alguém que esteve presente na situação que descreve. Os pães que o garoto trouxe a Jesus eram pães de cevada (6:9); quando Jesus se aproximou de seus discípulos enquanto cruzavam o lago durante a tormenta tinham remado entre vinte e cinco e trinta estádios (6:19); em Caná da Galiléia havia seis talhas de pedra (2:6); é o único  que nos fala da coroa de espinhos (19:5); e dos quatro soldados que sorteiam entre si a túnica sem costura quando Jesus morreu (19:23); ele sabe o peso exato da mirra e aloés que usadas para ungir o corpo morto de Jesus (19:39); recorda como o perfume do ungüento encheu a casa ao  Jesus ser ungido em Betânia (12:3). Muitas destas coisas são detalhes aparentemente tão sem importância que são inexplicáveis a menos que se trate das lembranças de alguém que esteve presente. Estudando a Biblia livro por livro.

5 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


5 de Abril Dia 95  

Leituras: Mateus 26:47-56; Romanos 8:1-11; Salmo 84; Provérbios 20:19-24; Deuteronômio 22-23.  

Versículo Especial: “A quem amaldiçoa a seu pai ou a sua mãe, apagar-se-lhe-á lâmpada nas mais densas trevas” (Provérbios 20:20).  

Pensamento Bíblico: 72.000 Anjos (Mateus 26:53). Jesus saiu do jardim de Getsêmani e, voluntariamente, permitiu que um bando de soldados o prendesse. Ele poderia ter chamado mais de 12 legiões (isto é: mais de 72.000) de anjos para livrá-lo de poucas centenas de soldados romanos. O caso é simples: Jesus deu sua vida voluntariamente (veja João 10:17-18). Em vez de derrotarem um homem indefeso, os crucificadores estavam testemunhando a vitória  do poderoso Rei dos reis!  

Ação: Jesus voluntariamente morreu por você. Voluntariamente, viva para ele.Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.  

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Livro João (William Barclay) 9 (3) João dá uma versão diferente da duração do ministério do Jesus. Os outros três Evangelhos implicam que o ministério de Jesus só durou um ano. Dentro do ministério só há uma páscoa. Em João há três páscoas, uma durante a purificação do templo (João 2:13); uma próxima à alimentação dos cinco mil (João 6:4); e a última páscoa durante a qual Jesus foi crucificado. Se se seguir a João o ministério de Jesus levaria um mínimo de dois anos, e possivelmente um período próximo aos três anos, para poder cobrir todos os fatos. Novamente, não resta dúvida que João está correto. Se lermos os outros três Evangelhos com atenção e cuidado vemos que João está certo. Quando os discípulos recolheram as espigas de trigo (Marcos 2:23) deve ter sido a primavera. Quando os cinco mil foram alimentados, sentaram-se sobre a erva verde (Marcos 6:39), e portanto deve ter sido outra vez primavera, e deve ter passado um ano entre ambos eventos. Segue a excursão por Tiro e Sidom e a Transfiguração. Durante a Transfiguração Pedro quis fazer três ramagens e ficar ali. O mais natural é pensar que era a época da festa dos tabernáculos ou ramagens e que a isso se deve que Pedro faça essa sugestão (Marcos 9:5). Isso o situaria a princípios de outubro. Segue o período entre esta data e a última páscoa em Abril. De maneira que, por trás da narração dos outros três Evangelhos está o fato de que o ministério de Jesus durou em realidade pelo menos três anos, e outra vez João está certo. (4) Às vezes ocorre inclusive que João difere dos outros três Evangelhos nos fatos. Há dois exemplos conspícuos. Em primeiro lugar, põe a purificação do templo no princípio do ministério de Jesus (João 2:13-22), os outros três Evangelhos o situam ao final (Marcos 11:15-17; Mateus 21:12-13; Lucas 19:45-46). Em segundo lugar, quando estudarmos os relatos com atenção, como iremos fazê-lo, veremos que João situa a crucificação no dia antes da páscoa, enquanto que os outros Evangelhos a põem no próprio dia da páscoa. Nunca devemos fechar os olhos para as diferenças evidentes entre João e os outros três Evangelhos. Estudando a Biblia livro por livro.

4 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


4 de Abril Dia 94  

Leituras: Mateus 26:36-46; Romanos 7:13-25; Salmo 83; Provérbios 20:13-18; Deuteronômio 19-21.  

Versículo Especial: “Há ouro e abundância de pérolas, mas os lábios instruídos são jóia preciosa” (Provérbios 20:15).  

Pensamento Bíblico: Desobedecendo aos Pais: Um Crime Sério (Deuteronômio 21:18-21). Sob a lei de Moisés, a pena para os filhos teimosos, rebeldes e desobedientes era a morte! Embora a nova lei de Deus não nos mande executar os filhos desobedientes, esta passagem mostra que Deus considera tal rebelião como uma ofensa séria. O Novo Testamento, de fato, ordena aos filhos que obedeçam a seus pais (Efésios 6:1). Ele também diz que o rebelde sofrerá a morte eternamente (Romanos 1:30-32).  

Ação: Filhos, respeitem a autoridade dada por Deus aos seus pais. Obedeçam a eles respeitosamente.Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

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Livro João (William Barclay) 8 Agora, resulta evidente que Jesus não poderia haver dito isso a menos que tivesse feito várias visitas a Jerusalém, e tivesse feito várias exortações à cidade. Era impossível que dissesse isso em uma primeira visita à Cidade Santa. Neste caso, não resta dúvida de que João está certo. De fato, foi esta diferencia no cenário o que proporcionou ao Eusébio uma das primeiras explicações da diferença entre o quarto Evangelho e os outros três. Disse que em sua época (aproximadamente no ano 300 d. C.) muitos estudiosos sustentavam os seguintes pontos de vista a respeito dos quatro Evangelhos. Mateus pregou primeiro ao povo hebreu. Mas chegou o dia em que teve que deixá-los e ir a outros países. Antes de ir embora escreveu sua história da vida de Jesus em hebraico, "e dessa maneira compensou pela perda de sua presença àqueles a quem se via obrigado a abandonar". Depois de Marcos e Lucas terem publicado seus Evangelhos, João continuava pregando a história de Jesus em forma oral. "Por último decidiu escrever pela seguinte razão. Quando os três Evangelhos que já mencionamos tivessem chegado às mãos de todos, inclusive às suas, dizem que ele os aceitou e deu testemunho de sua veracidade; mas faltava neles uma versão dos fatos de Jesus no princípio de seu ministério... Por isso dizem que João quando lhe pediram que o fizesse por esta razão, deu em seu Evangelho uma versão do período que tinha sido omitido pelos evangelistas anteriores, e dos fatos levados a cabo pelo Salvador durante este período; quer dizer, dos fatos ocorridos antes do encarceramento do João o Batista. . . De maneira que João relata os fatos de Cristo anteriores ao encarceramento do Batista, mas os outros três evangelistas mencionam os eventos que tiveram lugar depois desse momento... O Evangelho Segundo São João contém os primeiros fatos de Cristo, enquanto que os outros dão uma versão da última parte de sua vida" (Eusébio, História Eclesiástica 5:24). De maneira que, segundo Eusébio não há nenhuma contradição ou diferença, entre o quarto Evangelho e os outros três; a diferença se deve a que o quarto Evangelho descreve o ministério em Jerusalém, ao menos em seus primeiros capítulos, que precederam o ministério na Galiléia, e que tiveram lugar enquanto João Batista ainda estava em liberdade. E pode muito bem ser que esta explicação de Eusébio seja correta, pelo menos em parte. Estudando a Biblia livro por livro.

3 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


3 de Abril Dia 93  

Leituras: Mateus 26:26-35; Romanos 7:1-12; Salmo 82; Provérbios 20:7-12; Deuteronômio 16-18.  

Versículo Especial: “Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto” (Provérbios 20:11).  

Pensamento Bíblico: Testando os Profetas (Deuteronômio 18:20-22). A história tem-se enchido de pessoas que alegam serem portadoras de novas mensagens de Deus. Para proteger seu povo contra fraudes, Deus deu um teste simples: se a predição não é cumprida, o falador não vem de Deus. Profecias verdadeiras nunca falham! Falsos profetas podem acertar por acaso, mas não têm poder real para revelar uma nova informação. Eles apenas enganam com seus falsos ensinamentos.  

Ação: Analise cuidadosamente as alegações e ensinamentos que você ouvir. Certifique-se de distinguir entre a verdade e a mentira.Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO


Livro João (William Barclay) 7 (1) João dá uma versão distinta do começo do ministério do Jesus. Nos outros três Evangelhos se estabelece definitivamente que Jesus não fez sua aparição como pregador até depois de terem preso a João Batista. “Depois de João ter sido preso, foi Jesus para a Galiléia, pregando o evangelho de Deus” (Marcos 1:14; Lucas 3:18-20; Mateus 4:12). Mas em João há um período bem considerável durante o qual o ministério de Jesus se sobrepõe às atividades de João Batista (João 3:22-30; 4:1-2). (2) João dá uma versão diferente do cenário onde se desenvolveu o ministério de Jesus. Nos outros três Evangelhos o cenário principal do ministério de Jesus é Galiléia e não chega a Jerusalém até a última semana de sua vida. Em João o cenário principal do ministério de Jesus é Jerusalém e Judéia, com algumas visitas esporádicas a Galiléia (João 2:1-12; 4:35-5:1; 6:1-7:14). Segundo João, Jesus está em Jerusalém para uma Páscoa que se celebra ao mesmo tempo que a Purificação do templo (João 2:13); está em Jerusalém durante uma festa a que não dá nenhum nome (João 5:1), está nessa cidade para a festa dos tabernáculos (João 7:2,10); está ali para a festa da dedicação durante o inverno (João 10:22). De fato, segundo o quarto Evangelho, depois dessa festa Jesus não voltou a deixar Jerusalém; depois do capítulo 10 permanece o tempo todo em Jerusalém, o qual significaria uma estada de vários meses, do inverno da festa da dedicação até a primavera da Páscoa durante a qual foi crucificado. Em realidade, não cabe dúvida de que João está certo no que respeita a outro ponto em particular. Os outros Evangelhos mostram Jesus chorando sobre Jerusalém quando se aproxima a última semana. “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mateus 23:37 = Lucas 13:34). Estudando a Biblia livro por livro.

2 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


2 de Abril Dia 92  

Leituras: Mateus 26:17-25; Romanos 6:15-23; Salmo 81; Provérbios 20:1-6; Deuteronômio 14-15.  

Versículo Especial: “Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas” (Provérbios 20:3).  

Pensamento Bíblico: Conselho Prático para Viver Bem (Provérbios 20:1-6). Considere algumas paráfrases dos conselhos práticos oferecidos nestes versículos de Provérbios:  

    O álcool é uma droga perigosa, que arruina vidas (v. 1).

    É mais difícil para um homem sair de uma briga do que começar uma (v. 3).

    A preguiça é má; as pessoas preguiçosas merecem passar fome (v. 4).

    Você pode aprender muito de outras pessoas, se for paciente e bom ouvinte (v. 5).

    As pessoas que se glorificam são desprezíveis e insignificantes; os verdadeiros homens bons são muito mais difíceis de se encontrar (v. 6).  

Ação: Aceite o conselho de Deus. Viva como um verdadeiro e fiel filho de Deus.Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.  

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO


Livro João (William Barclay) 6 INTRODUÇÃO AO EVANGELHO DE JOÃO O Evangelho do olho da águia Para muitos cristãos o Evangelho Segundo São João é o livro mais valioso do Novo Testamento. É o livro do qual mais alimentam sua mente e coração, e no qual sua alma encontra repouso. Os evangelistas costumam estar representados sobre vitrais e coisas pelo estilo com o símbolo das quatro bestas que o autor do Apocalipse viu ao redor do trono (Apocalipse 4:7). Os emblemas se distribuem com certas variações entre os evangelistas, mas o mais generalizado é que o homem represente a Marcos, que é o mais direto, singelo e humano dos Evangelhos; o leão representa a Mateus, porque foi ele quem viu de maneira especial a Jesus como o Messias e o leão da Tribo do Judá; o boi representa a Lucas, porque o boi é o animal de serviço e sacrifício, porque Lucas viu a Jesus como o grande servidor dos homens e o sacrifício universal para toda a humanidade; a águia representa a João, porque a águia é a única das criaturas viventes que pode olhar diretamente ao Sol sem deslumbrar-se, e, entre todos os evangelistas João é o que olha em forma mais penetrante os mistérios e verdades eternas, e inclusive a própria mente de Deus. O certo é que há muitos que se encontram mais perto de Deus e de Jesus Cristo em João que em qualquer outro livro do mundo. O Evangelho diferente Basta ler o quarto Evangelho na forma mais superficial para comprovar que é muito distinto dos outros três. Omite muitas coisas que outros incluem. O quarto Evangelho não menciona o nascimento do Jesus, seu batismo e suas tentações; não nos diz nada a respeito da Última Ceia, nada do Getsêmani, nada sobre a Ascensão. Não diz uma só palavra a respeito da cura de pessoas possessas por demônios ou espíritos malignos. E, o que possivelmente resulta mais surpreendente não contém nenhuma parábola, nenhuma dessas histórias que Jesus contou e que formam uma parte de valor inapreciável nos outros três Evangelhos. Nos outros Evangelhos Jesus fala, quer nessas histórias maravilhosas, ou em frases breves, memoráveis, epigramáticas, simples, vívidas, que permanecem na memória. Mas no quarto Evangelho os discursos de Jesus costumam ocupar todo um capítulo; costumam ser pronunciamentos complicados, polêmicos, muito diferentes dos ditos vívidos, expressivos, inesquecíveis dos outros três Evangelhos. O que é ainda mais surpreendente, a versão que dá o quarto Evangelho dos fatos da vida e o ministério de Jesus freqüentemente é diferente da que aparece nos outros três Evangelhos. Estudando a Biblia livro por livro.

MEDITAÇÃO DO DIA

  12 de Abril  Dia 102   Leituras: Mateus 27:57-66; Romanos 10:1-13; Salmo 89:38-52; Provérbios 22:1-5; Deuteronômio 33-34.   Versículo Espe...