4 de julho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


4 de Julho Dia 185  

Leituras: Lucas 4:38-44; Gálatas 1:11-24; Salmo 4; Provérbios 1:20-27; Jó 9-10.  

Versículo Especial: “Quem faz grandes cousas, que se não podem esquadrinhar, e maravilhas tais, que se não podem contar” (Jó 9:10).  

Pensamento Bíblico: Confiando em Deus, ao Enfrentar Provações (Salmo 4). Davi teve sua porção de privações, incluindo-se maus tratos imerecidos de outros. Este Salmo revela alguns dos seus princípios para enfrentar tais aflições. Davi entendia a necessidade de:  Orar, Conter a raiva,  Manter uma atitude calma, Confiar no Senhor, a única fonte infalível de segurança e conforto.  

As mesmas práticas nos ajudarão a tirar vantagem de nossas piores dificuldades. 

Ação: “Oferecei sacrifícios de justiça, e confiai no Senhor” (Salmo 4:5).ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA.NET.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

LIVRO João (William Barclay) 96 Quando o Espírito toma posse de um homem ocorrem determinadas coisas. (1) Sua vida se ilumina. O conhecimento de Deus vem à sua mente. Vê com clareza a vontade do Deus. Sabe qual é o propósito de Deus, o que significa a vida, onde está o dever. Algo da sabedoria e da luz de Deus chegaram até ele. (2) Sua vida se tonifica. O conhecimento sem poder é algo frustrante e obsessivo. Mas o Espírito não só nos dá conhecimento para saber o que é o correto, mas também força e poder para levá-lo a cabo. O Espírito nos proporciona uma triunfante adequação para encarar a vida. (3) Sua vida se purifica. O batismo de Cristo com o Espírito seria um batismo de fogo (Mateus 3:11; Lucas 3:16). A escória das coisas más, a mescla das coisas inferiores, a influência de tudo que é baixo, são limpas e queimadas, até que o homem fica limpo e puro. Com muita freqüência, nossas orações ao Espírito são uma espécie de formalidade teológica e litúrgica; mas quando conhecemos aquilo pelo qual oramos, nossas orações ao Espírito se convertem em um clamor desesperado do coração humano. OS PRIMEIROS DISCÍPULOS João 1:35-39 Jamais houve uma passagem das Escrituras mais plena que esta com pequenos toques reveladores. Mais uma vez vemos a João Batista apontando além de si mesmo. Deve ter sabido muito bem que falar com seus discípulos sobre Jesus desta maneira significava convidá-los a abandoná-lo e transferir sua lealdade a este novo e grande mestre; e isso foi o que ele fez. Não havia nenhum tipo de inveja em João. Tinha chegado a ligar aos homens, não a si mesmo, e sim a Cristo. Não há tarefa mais difícil que passar ao segundo lugar uma vez que se desfrutou do primeiro. Mas uma vez que Jesus tinha aparecido em cena, João não teve outro pensamento senão enviar os homens a Ele.ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO. 

3 de julho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


3 de Julho Dia 184  

Leituras: Lucas 4:31-37; Gálatas 1:1-10; Salmo 3; Provérbios 1:15-19; Jó 6-8. 

Versículo Especial: “Com a minha voz clamo ao Senhor, e ele do seu santo monte me responde” (Salmo 3:4).  

Pensamento Bíblico: O Evangelho que Paulo Pregou (Gálatas 1:1-10). Paulo abre esta carta com uma lembrança do que sua mensagem era:

   De Deus, não dos homens.

   A respeito da salvação pela graça de Deus.

   O evangelho de Deus, que não é para ser contaminado ou substituído por outro evangelho, mesmo que esse diferente evangelho venha diretamente de um anjo do céu.  

Ação: Quando você ler sua Bíblia, hoje, lembre-se de que ela contém o evangelho de Jesus Cristo.ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA.NET.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

LIVRO João (William Barclay) 95 Agora, no momento do batismo o Espírito desceu sobre Jesus em forma única. E o fez de maneira diferente a como jamais o fez com nenhum outro homem. A maioria das pessoas vivem o que poderíamos denominar experiências espasmódicas do Espírito. Têm seus momentos de iluminação momentânea, de poder extraordinário, de coragem sobrehumana. Mas estes momentos vêm e vão. Mas em duas oportunidades (versículos 32, 33) João sublinha de maneira especial que o Espírito permaneceu, morou e habitou em Jesus. Não se tratava de uma inspiração momentânea. Em Jesus o Espírito ocupou sua morada permanente de maneira unívoca. E essa é outra forma de dizer que a Mente e o Poder do Deus estão em Jesus em forma unívoca. Aqui podemos aprender muito do que significa a palavra batismo. O verbo grego baptizein significa imergir ou inundar. Pode-se empregar quando se fala de roupa que se imerge em uma tintura; ou de um barco que se afunda atrás das ondas; ou de uma pessoa que tomou tanto que está empapado em bebida. Quando João diz que Jesus batizará os homens no Espírito Santo, quer dizer que Jesus nos pode trazer o Espírito de Deus de maneira tal que nos empapemos nele, que a vida esteja transpassada por ele, que estejamos saturados do Espírito do Deus, que nossa mente, nossa vida, nosso ser estejam alagados do Espírito do Deus. Agora, o que significava este batismo para João? O batismo do próprio João significava duas coisas. (1) Significava limpar. Significava que se lavava a um homem das impurezas que nele havia. (2) Significava dedicação. Significava que entrava em uma vida nova, diferente e melhor. Mas o batismo de Jesus era um batismo do Espírito. Quando lembramos a concepção que os judeus tinham do Espírito, podemos dizer algumas coisas. Quando o Espírito toma posse de um homem ocorrem determinadas coisas.ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO. 

2 de julho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


2 de Julho Dia 183  

Leituras: Lucas 4:14-30; 2 Coríntios 13; Salmo 2; Provérbios 1:8-14; Jó 3-5.  

Versículo Especial: “Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor” (Salmo 2:11).  

Pensamento Bíblico: Nações Enfurecidas (Salmo 2). O povo do mundo é, aqui, descrito como nações que desafiam a autoridade de Jeová e seu Filho. Eles se enfurecem e conspiram contra ele, procurando libertar-se dos constrangimentos de sua autoridade. Mas a sua rebelião é fútil, pois Deus se senta e “ri” dos seus débeis esforços para atrapalhar seus planos.  

Esta passagem foi aplicada pelos primeiros cristãos para explicar sua perseguição (veja Atos 4:24-31). Ela mostra que, a despeito da rebelião dos ímpios, Jesus Cristo, de fato, governa o mundo!  

Ação: Lembre-se de que Jesus Cristo é o Rei dos Reis. Sirva-o com reverência e mostre aos outros a necessidade de obedecerem a sua vontade.ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA.NET.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

LIVRO João (William Barclay) 94 Foi durante o batismo quando o Espírito desceu sobre Jesus com seu poder. Mas devemos lembrar que, para esta época, ainda não tinha surgido a doutrina cristã sobre o Espírito. Devemos aguardar até os últimos capítulos de João e até Pentecostes para vê-la surgir. Quando João Batista fala do Espírito que desce sobre Jesus, deve estar pensando em termos judaicos. Qual era, então, a idéia que tinham os judeus sobre o Espírito? A palavra hebraica para designar o Espírito é ruach, que significa vento. Para a mentalidade judaica sempre havia três idéias básicas sobre o Espírito. O Espírito era poder, como o poder de um vento muito forte; o Espírito era vida, o próprio coração e a alma e a essência da vida, a própria dinâmica da existência do homem; o Espírito era Deus; o poder e a vida do Espírito estavam além do lucro e o alcance meramente humanos. A vinda do Espírito à vida de um homem era a vinda de Deus. Sobretudo, o Espírito era quem dominava e inspirava os profetas. “Eu, porém, estou cheio do poder do Espírito do SENHOR, cheio de juízo e de força, para declarar a Jacó a sua transgressão e a Israel, o seu pecado” (Miquéias 3:8). Deus fala com o Isaías de “O meu Espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca” (Isaías 59:21). “O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas” (Isaías 61:1). “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo ... Porei dentro de vós o meu Espírito” (Ezequiel 36:26-27). Podemos dizer que o Espírito de Deus fazia três coisas para o homem sobre quem ele vinha. Em primeiro lugar, trazia aos homens a verdade de Deus. Em segundo lugar, dava aos homens o poder de reconhecer essa verdade quando a viam. Em terceiro lugar, dava-lhes a habilidade e a coragem de pregar essa verdade aos homens. Para o judeu, o Espírito era Deus que descia à vida de um homem.ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO.

1 de julho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

1 de Julho Dia 182  

Leituras: Lucas 4:1-13; 2 Coríntios 12:11-21; Salmo 1; Provérbios 1:1-7; Jó 1-2.  

Versículo Especial: “Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem” (Lucas 4:4).  

Pensamento Bíblico: Enfrentando Aflições (Jó 1). Ensinamentos, a colher em Jó 1, incluem:

   Não se considere com direito às bênçãos; elas são dádivas de Deus.

   Boas pessoas sofrem nesta vida.

   Deus não pode ser considerado culpado.

   Satanás tem poder para afligir, porém não acima de nossa capacidade de suportar (veja 1 Coríntios 10:13).

   O sofrimento, às vezes, não tem explicação imediata.  

Ação: Enfrente suas aflições com fé em Deus.ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA.NET.

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LIVRO João (William Barclay) 93 Esta frase, o Cordeiro do Deus, é simplesmente maravilhosa. Obcecava ao autor do Apocalipse que a emprega vinte e nove vezes em seu livro. Converteu-se em um dos títulos mais apreciados para designar a Jesus. Em uma só palavra resume o amor, o sacrifício, o sofrimento e o triunfo de Cristo. João diz que não conhecia a Jesus. Mas era parente de Jesus (Lucas 1:36), e deve tê-lo conhecido. O que João diz não é que não sabia quem era Jesus, e sim o que era. Nesse momento foi revelado a João que Jesus não era outro senão o Filho do Deus. Mais uma vez, João esclarece qual era sua função. Sua única tarefa era guiar os homens para Cristo. Ele não era nada e Cristo era tudo. Não pretendia nenhuma grandeza e nenhum lugar para si; não era mais que o homem que corria o pano de fundo e deixava a Jesus no lugar central do cenário. A VINDA DO ESPÍRITO João 1:32-34 Durante o batismo de Jesus tinha ocorrido algo que convenceu a João além de toda dúvida, de que Jesus era o Filho do Deus. Como o viram os pais da Igreja faz muitos séculos, tratava-se de algo que só o olho da alma podia ver. Mas João o viu e se convenceu. Na Palestina a pomba era um ave sagrada. Nem a caçava nem a comia. Filo teve sua atenção voltada para a quantidade de pombas que havia no Ascalom, porque estava proibido caçá-las e matá-las, e, além disso, estavam domesticadas. Em Gênesis 1:2 lemos sobre o Espírito criador que se movia sobre a face das águas. Os rabinos costumavam relatar que o Espírito do Deus se movia e voava como uma pomba por cima do antigo caos enquanto lhe insuflava ordem e beleza. A imagem da pomba era algo que os judeus conheciam e amavam.ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO.

30 de junho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


30 de Junho Dia 181  

Leituras: Lucas 3:23-28; 2 Coríntios 12:1-10; Salmo 150; Eclesiastes 12:9-14; 2 Reis 24-25. 

Versículo Especial: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem” (Eclesiastes 12:13).  

Pensamento Bíblico: “De Tudo o que se Tem Ouvido, a Suma é . . .” (Eclesiastes 12:13-14). O autor deste livro agora tira conclusões de suas observações. Ele procurou um significado “debaixo do sol” e encontrou desigualdade e futilidade. Ele encerra ampliando sua discussão para incluir aquele que está acima do sol. O propósito total da existência do homem, ele conclui, é servir a Deus com respeito.  

Ação: Cumpra seu dever: glorifique a Deus.ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA.NET.

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LIVRO João (William Barclay) 92 (2) João era filho de um sacerdote. Sem dúvida conhecia todo o ritual do templo e seus sacrifícios. Agora, cada manhã e cada tarde da vida inteira se sacrificava no templo um cordeiro pelos pecados do povo (Êxodo 29:38-42). Durante todo o tempo que o templo existiu ofereceuse este sacrifício. Inclusive quando as pessoas morriam de fome durante a guerra ou os cercos, jamais deixaram de oferecer o cordeiro até que no ano 70 o templo foi destruído. Pode ser que João esteja dizendo: "No templo se oferece um cordeiro cada noite e cada manhã pelos pecados do povo; mas o único sacrifício que pode libertar os homens do pecado está neste Jesus". (3) Há duas grandes imagens do cordeiro nos profetas. Jeremias escreve: “Eu era como manso cordeiro, que é levado ao matadouro” (Jeremias 11:19). E Isaías tem a grande imagem daquele que foi levado "como cordeiro ao matadouro" (Isaías 53:7). Estes dois grandes profetas tiveram a visão de alguém que redimiria o seu povo mediante seus sofrimentos e seu sacrifício, aceitos com humildade e amor. Possivelmente o que diz João seja: "Seus profetas sonharam com aquele que amaria, sofreria e morreria por seu povo; eis aqui que chegou". Não resta dúvida que mais adiante a imagem de Isaías 53 veio a ser para a Igreja em uma das profecias mais preciosas de todo o Antigo Testamento a respeito de Jesus. Possivelmente João Batista foi o primeiro em dar-se conta disso. (4) Mas há uma quarta imagem que seria muito conhecida dos judeus embora seja algo completamente estranho para nós. Na época que transcorreu entre o Antigo e o Novo Testamento aconteceram as grandes lutas em que os macabeus lutaram, morreram e venceram. Nesses tempos, o cordeiro, especialmente o cordeiro com chifres, era o símbolo de um grande conquistador. Assim é como se descreve a Judas Macabeu, e também a Samuel e Davi e Salomão. O cordeiro —por mais estranho que nos seja — representava o que conquistava em nome do Deus. Pode ser que não se trate de uma imagem de humilde e impotente debilidade, mas sim de uma imagem de vitoriosa majestade e poder. Jesus era o cavaleiro de Deus que lutou contra o pecado e o dominou, que venceu e aboliu o pecado em combate singular.ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO.

29 de junho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


29 de Junho Dia 180  

Leituras: Lucas 3:15-22; 2 Coríntios 11:22-33; Salmo 149; Eclesiastes 12:1-8; 2 Reis 22-23.  

Versículo Especial: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais dirás: Não tenho neles prazer” (Eclesiastes 12:1).  

Pensamento Bíblico: “. . . O que é Mais Poderoso do que Eu”  (Lucas 3:15-18). Os homens têm pintado muitos quadros de Jesus, alguns em telas, outros com palavras. Alguns realçam seu sofrimento na cruz; outros, seu desamparo como uma criancinha recém-nascida. Poucos se detêm, como João Batista faz aqui, sobre seu poder. Ele descreve a grandeza e o poder de Jesus (veja Apocalipse 1, que descreve o tremendo poder de Jesus).  

Ação: Mostre respeito pelo formidável Cristo.ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA.NET.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

LIVRO João (William Barclay) 91 A função de João se limitava a ser quem preparava o caminho. Qualquer grandeza que possuísse provinha da grandeza daquele cuja vinda anunciava. João é o grande exemplo do homem que está disposto a desaparecer para que se possa ver a Cristo. A seu entender, ele não era mais que um dedo que apontava a Cristo. Deus nos conceda a graça de nos esquecer de nós mesmos e lembrar só de Cristo. O CORDEIRO DE DEUS João 1:29-31 Aqui chegamos ao segundo dia desta semana transcendental na vida de Jesus. A esta altura já tinham passado seu batismo e as tentações, e estava disposto a pôr mãos à obra para cuja execução tinha vindo ao mundo. E mais uma vez o quarto Evangelho mostra a João rendendo tributo espontâneo a Jesus. Designa-o com esse tremendo título que chegou a estar entretecido na mesma linguagem da devoção, o Cordeiro de Deus. No que estava pensando e o que tinha em memore João quando empregou esse título? Há pelo menos quatro imagens que podem contribuir em algo a este respeito. (1) Pode ser que João tenha estado pensando no cordeiro pascual. A festa da Páscoa não estava muito longe (João 2: 13). A velha história da Páscoa contava que o sangue do cordeiro sacrificado tinha protegido as casas dos israelitas na noite em que abandonaram o Egito (Êxodo 12:11- 13). Essa noite em que o anjo da morte saiu e matou o filho mais velho dos egípcios, os israelitas deviam manchar os postes à entrada de sua casa com o sangue do cordeiro imolado e o anjo veria o sangue e passaria por alto essa. Foi o sangue do cordeiro que os salvou da destruição. Sugeriu-se que quando João Batista viu a Jesus, passavam rebanhos de cordeiros que eram conduzidos das zonas rurais até Jerusalém para ser sacrificados na festa da Páscoa, o sangue do cordeiro pascal tinha salvo os israelitas no Egito da destruição e a morte; e pode ser que João tenha estado dizendo: "Eis aí o verdadeiro sacrifício que pode libertá-los da morte". Paulo também pensava em Jesus como o Cordeiro pascal (1 Coríntios 5:7). Há uma libertação que só podemos obter através de Jesus Cristo.ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO. 

28 de junho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


28 de Junho Dia 179  

Leituras: Lucas 3:1-14; 2 Coríntios 11:12-21; Salmo 148; Eclesiastes 11:7-10; 2 Reis 20-21.  

Versículo Especial: “Louvem o nome do Senhor, porque só o seu nome é excelso; a sua majestade é acima da terra e do céu” (Salmo 148:13).  

Pensamento Bíblico: “Produzi, Pois, Frutos Dignos do Arrependimento” (Lucas 3:8-14). João desafiou a sinceridade de seus ouvintes chamando-os a demonstrar arrependimento, mudando suas vidas. Frutos do arrependimento têm que ser aparentes nas atitudes e na conduta no lar, na comunidade e no trabalho. Aqueles que hoje se chegam ao Senhor têm, do mesmo modo, que demonstrar mudança em suas vidas.  

Ação: Demonstre sua fé e arrependimento pela sua conduta.ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA.NET.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

LIVRO João (William Barclay) 90 João era o que deveria ser todo verdadeiro mestre e pregador: só era uma voz, alguém que apontava para o Rei. A última coisa que pretendia que os homens fizessem era que olhassem a ele; queria que se esquecessem dele e só vissem o Rei. Mas os fariseus se intrigavam com um detalhe. Que direito tinha João de batizar? Se tivesse sido o Messias, ou até Elias ou o profeta, poderia ter batizado. Isaías tinha escrito: “Assim borrifará muitas nações” (Isaías 52:15, TB.). Ezequiel havia dito: “Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados” (Ezequiel 36:25). Zacarias havia dito: “Naquele dia, haverá uma fonte aberta para a casa de Davi e para os habitantes de Jerusalém, contra o pecado e contra a impureza” (Zacarias 13:1). Mas por que teria João que batizar? E havia algo que o fazia ainda mais estranho. O batismo de mãos dos homens não era para os israelitas. Batizava-se aos prosélitos, pessoas que provinham de outras crenças. Um israelita nunca era batizado; ele já pertencia a Deus; não precisava ser lavado; mas os gentios que vinham de crenças pagãs deviam ser lavados no batismo. João estava levando as israelitas a fazer o que só os gentios deviam fazer. Estava sugerindo que o povo escolhido devia ser purificado. Isso era exatamente o que acreditava João. Mas não deu uma resposta direta. Disse: "Eu só batizo com água; mas em meio de vós há um — a quem vós não reconhecem — do qual eu não sou digno de desatar a correia de seu calçado". João não poderia haver-se atribuído uma tarefa mais doméstica. Desatar a correia do calçado era algo que faziam os escravos. Um dito rabínico afirmava que um discípulo podia fazer para seu professor algo que fizesse um serviçal, exceto desatar os sapatos. Era um serviço muito baixo para que até um discípulo o fizesse. O que João dizia, pois, era: "Vem um de quem não sou digno de ser escravo". Devemos inferir que a esta altura já tinha tido lugar o batismo de Jesus no qual João o havia reconhecido. De maneira que aqui João volta a dizer o mesmo: "Vem o Rei. E, para sua vinda, devem limpar tanto como qualquer gentio. Preparem-se para a entrada do Rei na história".ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO.

27 de junho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


27 de Junho Dia 178

Leituras: Lucas 2:36-52; 2 Coríntios 11:1-11; Salmo 147; Eclesiastes 11:1-6; 2 Reis 18-19.

Versículo Especial: “E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens” (Lucas 2:52).

Pensamento Bíblico: A Oração que Deteve um Exército (2 Reis 18-19). Nestes dias em que os homens são tentados a pôr sua confiança na força militar, é bom relembrar a derrota do exército assírio fora de Jerusalém. 185.000 soldados assírios caíram em uma única noite por causa de uma oração. Releia 2 Reis 19:19-35 e note a oração e a ação. Temos que por nossa confiança no poder de Deus, não na força das armas e na vontade humana.

Ação: Reserve um tempo hoje para orar por todas as pessoas que você conhece e por todos os chefes das nações de todo o mundo.ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA.NET.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

LIVRO João (William Barclay) 89 (2) Perguntaram-lhe se era Elias. Os judeus criam que, antes da chegada do Messias, Elias viria como arauto de sua vinda e para preparar o mundo para recebê-lo. Elias viria, de maneira especial, para resolver todas as disputas. Ele deixaria estabelecido que coisas e que gente eram puras e os quais eram os impuros; os que eram judeus e os que não eram; viria para reunir as famílias que se distanciaram. Era tão profunda sua crença neste fato que a lei tradicional dizia que o dinheiro e propriedades que estivessem em disputa, ou algo que se achasse e não se conhecesse o dono, deviam esperar "até que venha Elias". A convicção de que Elias viria antes do Messias retroage até Malaquias 4:5. Inclusive se cria que Elias ungiria o Messias para seu ofício real, tal como se ungia os reis, e que ressuscitaria os mortos para que compartilhassem o novo reino; mas João negava que qualquer honra deste tipo lhe pertencesse. (3) Perguntaram-lhe se ele era o profeta esperado e prometido. Às vezes se acreditava que Isaías e, em especial, Jeremias, voltariam quando o Messias chegasse. Mas em realidade se trata de uma referência à segurança que Moisés deu ao povo em Deuteronômio 18:15: “O SENHOR, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvirás.” Era uma promessa que nenhum judeu esquecia. Esperavam o surgimento do profeta que seria o maior de todos os profetas, e desejavam sua vinda, o profeta que seria o Profeta por excelência. Porém mais uma vez João negou que essa honra lhe pertencesse. Então lhe perguntaram quem era: sua resposta foi que não era mais que uma voz que rogava aos homens que preparassem o caminho para o Rei. A citação é de Isaías 40:3. Todos os Evangelhos citam este texto que fala de João (Marcos 1:3; Mateus 3:3; Lucas 3:4). A idéia que está por trás é a seguinte. Os caminhos do oriente não estavam nivelados nem melhorados. Não eram mais que caminhos. Quando um rei se preparava para visitar uma província, ou quando um conquistador se propunha a percorrer seus domínios, arrumavam-se e endireitavam os caminhos e os punham em boas condições. O que João quis dizer foi isto: "Eu não sou ninguém; só sou uma voz que lhes diz que se preparem para a chegada do Rei". Dizia: "Preparem-se, porque o Rei está a caminho". ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO.

26 de junho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 

26 de Junho Dia 177  

Leituras: Lucas 2:21-35; 2 Coríntios 10:12-18; Salmo 146; Eclesiastes 10:16-20; 2 Reis 17.  

Versículo Especial: “Mas ao Senhor, vosso Deus, temereis, e ele vos livrará das mãos de todos os vossos inimigos” (2 Reis 17:39).

Pensamento Bíblico: “. . . Temiam o Senhor e ao Mesmo Tempo Serviam aos seus Próprios Deuses” (2 Reis 17:33). Pessoas que tinham se mudado para a área que fora ocupada pelo reino de Israel aceitavam a adoração de Jeová junto com seus deuses. Deus nunca aceitou os esforços dos homens para rebaixá-lo e colocar o Criador ao lado das criaturas. De fato, quanto Israel experimentou isso anteriormente, ele espalhou a nação. Hoje ele ainda espera nossa inteira lealdade.  

Ação: Sirva ao Deus do céu . . . somente!ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA,NET.

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LIVRO João (William Barclay) 88 Todo este assunto nos demonstra quão suspicaz era a ortodoxia a respeito de algo que estivesse fora do comum. João não se adequava à idéia normal de um sacerdote; e não se adequava à idéia comum de um pregador; e por isso as autoridades eclesiásticas de seu tempo suspeitavam dele. A Igreja sempre corre o perigo de condenar uma nova forma de fazer as coisas pelo mero fato de ser nova. Em certo sentido, possivelmente não exista nenhuma outra instituição no mundo que resista à mudança na mesma medida em que a Igreja o faz. Muito freqüentemente a Igreja rechaçou um grande mestre, e se negou a embarcar numa grande aventura porque queria que a deixassem em paz, e suspeitava de tudo o que fosse novo. O TESTEMUNHO DE JOÃO João 1:19-28 (continuação) Os emissários da ortodoxia podiam pensar em três coisas que João poderia pretender ser: (1) Perguntaram-lhe se era o Messias. Os judeus esperavam, e esperam até hoje, a chegada do Messias. Todo povo cativo espera a seu libertador. Os judeus se consideravam o povo eleito de Deus; não tinham dúvida de que mais cedo ou mais tarde Deus interviria para salvar a seu povo. Não havia uma idéia única sobre o Messias. Alguns esperavam a alguém que traria a paz a toda a Terra. Alguns esperavam a alguém que trouxesse o reino da justiça. A maioria esperava a alguém que seria um grande líder nacional e guiaria os exércitos dos judeus na conquista do mundo inteiro. Alguns esperavam uma personalidade sobrenatural vinda diretamente de Deus. Em maior número eram os que esperavam um príncipe que surgiria da casa de Davi. Era comum surgirem pretendentes messiânicos que provocavam rebeliões. A época em que Jesus viveu era uma de grande excitação. Era natural que perguntassem a João se pretendia ser o Messias; mas João negava por completo esta pretensão; entretanto em sua negativa insinuava algo. Em grego, a palavra eu se acentua segundo a posição que ocupe dentro da frase. É como se João houvesse dito: "Eu não sou o Messias, mas, se vocês soubessem, o Messias está aqui". ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO.

25 de junho de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


25 de Junho Dia 176  

Leituras: Lucas 2:8-20; 2 Coríntios 10:1-11; Salmo 145; Eclesiastes 10:8-15; 2 Reis 15-16.  

Versículo Especial: “Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne” (2 Coríntios 10:3).  

Pensamento Bíblico: Poderosas Armas de Guerra (2 Coríntios 10:1-6). Paulo tinha se envolvido de certo modo no conflito entre os irmãos de Corinto e, neste trecho, ele os confirma sobre o motivo e a firmeza de sua batalha contra o mal. Seu motivo era o amor (veja 2 Coríntios 11:11). Sua firmeza era o poder de Deus. Ele não se envolveria em batalhas carnais com armas carnais. Paulo usaria as armas que todo cristão deve empregar. Nossas batalhas são contra aquelas coisas que exaltam a si mesmas diante de Deus e nossa vitória é assegurada se nós continuarmos a batalha com as armas que Deus produziu (veja Efésios 6:10-20).  

Quando somos tentados a torcer as regras para usar táticas carnais para atingir fins justificáveis, temos que nos lembrar dos comentários de Paulo. Empunhemos as armas que Deus nos deu!  

Ação: Ganhe suas batalhas espirituais, usando as armas de Deus.ESTRA IDO DOS ESTUDOS DA BIBLIA.NET.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

LIVRO João (William Barclay) 87 Vamos agora à passagem. No próprio início nos deparamos com uma característica do quarto Evangelho. São os emissários dos judeus que devem interrogar a João. Esta palavra judeus (ioudaioi) aparece não menos de setenta vezes no quarto Evangelho; e sempre os judeus representam a oposição. São quem se têm posto contra Jesus. Desta maneira, a menção dos judeus traz à luz a oposição logo no começo. O quarto Evangelho é duas coisas. Primeiro, como já vimos, é a exibição de Deus em Jesus Cristo. Mas, em segundo lugar, também é o relato da rejeição de Jesus Cristo por parte dos judeus. O Evangelho é ao mesmo tempo a história do oferecimento do Deus e a rejeição do homem, o relato do amor do Deus e do pecado do homem, a história do convite de Jesus Cristo e sua rejeição por parte do homem. O quarto Evangelho é o Evangelho no qual se combinam em forma única e vívida o amor e a advertência. A delegação que foi interrogar a João estava composta por duas classes de pessoas. Em primeiro lugar, figuram os sacerdotes e levitas. Seu interesse era muito natural, visto que João era o filho de Zacarias e Zacarias era um sacerdote (Lucas 1:5). Dentro do judaísmo, o único direito que contava para entrar no sacerdócio era a ascendência. Se um homem não descendia de Arão, não havia nada no mundo que pudesse convertê-lo em sacerdote; se era descendente de Arão, nada podia impedir que fosse sacerdote. De maneira que, perante os olhos das autoridades, João era de fato um sacerdote, e era muito natural que os sacerdotes fossem averiguar por que outro sacerdote se estava comportando em forma tão inusitada. Em segundo lugar, havia emissários dos fariseus. Agora, pode ser que por trás deles estivesse o Sinédrio. Uma das funções do Sinédrio consistia em tratar com qualquer homem de quem se suspeitasse ser um falso profeta. João era um pregador a quem as pessoas estavam seguindo em multidões. É muito factível que o Sinédrio tenha considerado que era seu dever controlar a este homem no caso de ser um falso profeta.ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO.

MEDITAÇÃO DO DIA

  5 de Julho Dia 186 Leituras: Lucas 5:1-11; Gálatas 2:1-10; Salmo 5; Provérbios 1:28-33; Jó 11-12.   Versículo Especial: “De manhã, Senhor,...