(Comentário Bíblico Moody) A volta de Moisés ao Egito.
18. Uma vez que Moisés se encontrava a serviço de Jetro, tinha de
lhe pedir permissão para partir. Ele não podia contar ao seu sogro a
incrível história da revelação e incumbência divinas, mas disse
simplesmente que queria voltar para ver como iam seus irmãos.
20. Na mão a vara de Deus. Por mais pobre que a sua aparência
possa ter sido, tinha em sua mão a vara diante da qual o orgulho e o
poder do Faraó de todo o Egito teria de se curvar.
21-23. Esta é a essência e o ponto culminante das negociações de
Deus com Faraó. O endurecimento do coração de Faraó foi o juízo divino sobre alguém que já endurecera o seu próprio coração contra o
Senhor.
24-26. Esta passagem, ignorada pelos comentadores modernos
como curiosa relíquia do folclore e da superstição, é na realidade uma
ilustração da lei espiritual que flui através das Escrituras e da história:
Aquele que proclama a vontade de Deus pala os outros, deve ele mesmo
ser obediente à expressa vontade de Deus. O sinal da circuncisão,
decretado por Deus (Genesis. 17:9-14) fora negligenciado por Moisés até que
Deus o lembrou violentamente da obrigação por meio deste golpe. Tu és
para mim esposo sanguinário (v. 26; Moffatt). Este ato de Zípora,
evidentemente repugnante para ela e adiado até que quase custou a vida
do seu marido, pode ter feito Moisés decidir em deixar que ela e seus
filhos ficassem em Midiã. Nada devia impedir o seu serviço para o
Senhor. Que Deus abençoe a todos
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