16 de março de 2026

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

Livro Lucas (William Barclay) 242 Josefo nos relata toda a história nas Antiguidades dos judeus, livro 18, capítulo 3. Depois Pilatos construiu um novo aqueduto para a cidade, financiando o plano com dinheiro tirado do tesouro do templo, uma história que já comentamos em Lucas 13:1-4. Uma das coisas que o governo romano não podia tolerar em seu grande império era a desordem civil. Se os judeus tivessem informado oficialmente qualquer destes incidentes, não duvidamos de que Pilatos teria sido prontamente substituído. João nos relata sobre o nefasto presságio que os funcionários judeus fizeram a Pilatos quando disseram: “Se soltas a este, não és amigo de César!” (João 19:12). Os judeus obrigaram Pilatos sentenciar Jesus à morte com a ameaça de um relatório oficial a Roma que pendia sobre sua cabeça. Aqui nos encontramos com a terrível verdade de que o passado de um homem pode ressurgir, confrontá-lo e paralisá-lo. Se tiver sido culpado de certas ações e condutas, já não tem direito de dizer certas coisas. Se as disser, jogarão seu passado na cara. Devemos cuidar de não nos permitir nenhuma conduta que algum dia nos despoje do direito de tomar a posição que sabemos que teríamos que adotar, e que permita que as pessoas digam: "Você é quem que tem menos direito de falar assim." Mas se surgisse tal situação, não há nada mais que uma coisa a fazer: ter coragem de enfrentar a situação com suas conseqüências. Isto é precisamente o que Pilatos não tinha. Sacrificou a justiça a ter que perder seu posto; sentenciou Jesus à morte para poder continuar sendo governador da Palestina. Se tivesse sido um homem verdadeiramente corajoso teria feito o correto, e enfrentado suas conseqüências, mas o seu passado o fez covarde. Estudando a Biblia livro por livro.

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