LIVRO
João (William Barclay) 153 (3) Fala-nos da amplitude do amor de Deus. O que
Deus amou tanto foi o
mundo. Não
se tratava de um país nem da gente boa; não eram somente aqueles que o amavam,
mas o mundo. Os que não eram amados e os não amáveis; os solitários que não têm
a ninguém que os ame; o homem que ama a Deus e o que jamais pensa nele; o homem
que descansa no amor de Deus e o homem que zomba dele: todos estão incluídos
neste vasto amor inclusivo, o amor de Deus. Como disse Agostinho: "Deus
ama cada um de nós como se não houvesse nenhum outro a quem amar". AMOR E
JUÍZO João
3:17-21
Aqui
nos deparamos com um dos aparentes paradoxos do quarto Evangelho: a paradoxo do
amor e o juízo. Acabamos de pensar no amor de Deus, e de repente nos deparamos
com o juízo, a condenação e a convicção. João acaba de dizer que foi porque
Deus amou tanto o mundo que enviou
seu Filho a esse mundo. Mais adiante mostrará a Jesus dizendo: “Eu vim a este
mundo para juízo” (João 9:39). Como podem
as duas coisas ser verdade? É possível
oferecer a um homem uma experiência que só consta de amor, e que essa
experiência resulte em juízo. É possível oferecer a um homem uma experiência
cujo único objetivo é produzir alegria e bemestar, e entretanto, que essa
experiência se torne em juízo e condenação. ESTUDANDO A BIBLIA LIVRO POR LIVRO.
Nenhum comentário:
Postar um comentário