13 de março de 2026

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO


Livro Lucas (William Barclay) 239 O JUÍZO PERANTE PILATOS E O SILÊNCIO PERANTE HERODES Lucas 23:1-11 Os judeus na época de Jesus não tinham poder para executar uma sentença de morte. Tinha que ser ditada pelo governador romano e executada pelas autoridades romanas. Por esta razão os judeus levaram Jesus perante Pilatos. Nada mostra melhor sua insensível malignidade que o delito de que o acusaram. No Sinédrio a acusação tinha sido de blasfêmia, pois se tinha atrevido a chamar-se Filho de Deus. Perante Pilatos não se mencionou a acusação em nenhum momento. Sabiam muito bem que diante dele não teria peso e que nunca teria realizado um processo sobre a base de uma acusação que para ele teria sido uma questão de religião e superstição judaica. A acusação que elevaram nessa ocasião foi totalmente política, e tem as marcas da mentalidade e sagacidade dos saduceus. Foram realmente os saduceus, aristocratas e colaboracionistas os que planejaram a crucificação de Jesus, por temor a que resultasse um elemento perturbador que produzira uma situação na qual perdessem suas riquezas, sua comodidade e seu poder. Sua acusação perante Pilatos em realidade foi triplo. Acusaram a Jesus de: (a) agitação sediciosa; (b) incitação a que não se pagasse o tributo a César; (c) assumir o título de rei. Cada uma das acusações era uma mentira, e eles sabiam. Recorreram às mentiras mais maliciosas e melhor calculadas em seu quase insano desejo de eliminar a Jesus. Estudando a Biblia livro por livro.

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