18 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


18 de Abril Dia 108  

Leituras: Marcos 1:29-39; Romanos 12:9-21; Salmo 95; Provérbios 23:6-12; Josué 13-14.  

Versículo Especial: “O amor seja sem hipocrisia. Destestai o mal, apegando-vos ao bem” (Romanos 12:9).  

Pensamento Bíblico: Amor Sem Hipocrisia (Romanos 12:9-21). Neste trecho, Paulo oferece algumas instruções muito práticas a respeito de mostrar amor verdadeiro a outros. Amar significa dar preferência a outros, em vez de dar a si mesmo. Significa esforço em servir a Deus e as outras pessoas. Significa humildade. Significa trabalhar pela paz com outros, deixando a vingança para Deus. Amar significa superar o mal pelo bem! Paulo não descreveu o amor em palavras pouco claras, mas usou uma linguagem prática, que podemos aplicar na vida diária.  

Ação: Ame sem hipocrisia!Estar Ido dos Estudos da Biblia.Net.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

Livro João (William Barclay) 22 O autor do quarto Evangelho Já vimos que o objetivo do autor do quarto Evangelho era apresentar a fé cristã de maneira tal que aparecesse sob um aspecto favorável perante o mundo grego no que tinha penetrado a cristandade, e combater as heresias e idéias errôneas que tinham surgido dentro da Igreja. Agora devemos nos perguntar quem é o autor do quarto Evangelho. A tradição responde de maneira unânime que o autor foi João o apóstolo. Veremos que, sem dúvida alguma, atrás do Evangelho está a autoridade de João, embora seja muito provável que o escrito em sua forma atual não tenha saído de sua mão. Analisemos, pois, o que sabemos a respeito deste João. Era o filho mais novo de Zebedeu, que possuía uma barco no mar da Galiléia e que era o suficientemente rico para empregar trabalhadores que o ajudavam no seu trabalho (Marcos 1:19-20). Sua mãe era Salomé, e parece provável que esta Salomé fosse irmã de Maria, mãe do Jesus (Mateus 27:56; Marcos 16:1). Junto com seu irmão Tiago obedeceu o chamado do Jesus para segui-lo (Marcos 1:20). Pareceria que Tiago e João estavam associados com Pedro no trabalho de pesca (Lucas 5:7-10). Era um dos membros do círculo mais íntimo dos discípulos, porque a lista de discípulos sempre começa com os nomes do Pedro, Tiago e João; e houve algumas grandes ocasiões nas quais Jesus levou a estes três com ele em forma especial (Marcos 3:17; 5:37; 9:3; 14:33). Seu caráter era sem dúvida o de um homem turbulento e ambicioso. Jesus deu a ele e a seu irmão o nome de Boanerges, que os evangelistas interpretam como filhos do trovão. João e seu irmão Tiago eram totalmente exclusivistas e intolerantes (Marcos 9:38; Lucas 9:49). Tão violento era seu temperamento, que estavam dispostos a fazer desaparecer uma aldeia samaritana com fogo do céu porque não os receberam quando foram a caminho de Jerusalém (Lucas 9:54). Eles como sua mãe Salomé tinham a ambição de que quando Jesus assumisse o seu reino eles fossem seus ministros de Estado mais importantes (Marcos 10:37; Mateus 20:21). Estudando a Biblia livro por livro.

17 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


17 de Abril Dia 107  

Leituras: Marcos 1:21-28; Romanos 12:1-8; Salmo 94; Provérbios 23:1-5; Josué 11-12.  

Versículo Especial: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2).  

Pensamento Bíblico: Sacrificando-se (Romanos 12:1-8). Note as instruções de Paulo para:

    Sacrificar-nos a Deus.

    Sermos transformados, e não conformados com o mundo.

    Examinar com seriedade e utilizar nossas capacidades. Arrogância é errada. Achar-se inútil é também errado. Cada um de nós deve, humildemente, utilizar o que Deus nos deu.  

Ação: Use hoje sua capacidade, servindo a Deus.Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

Livro João (William Barclay) 21 (b) O quarto Evangelho acentua mais que qualquer dos outros Evangelhos a onisciência de Jesus. João considera que Jesus conhecia, de maneira evidentemente milagrosa, o passado da mulher de Samaria (4:16-17); aparentemente sem que ninguém lhe dissesse sabia durante quanto tempo tinha estado doente o homem junto ao lago (5:6); antes de fazer a pergunta conhecia a resposta do que perguntou a Felipe (6:6); sabia que Judas o trairia (6:61-64); soube que Lázaro tinha morrido antes que ninguém o dissesse (11:14). João via em Jesus alguém que possuía um conhecimento especial e milagroso, independente de algo que ninguém lhe pudesse dizer. Segundo seu conceito, Jesus não precisava formular perguntas porque conhecia todas as respostas. (c) O quarto Evangelho sublinha o fato, sempre segundo o ponto de vista de João, de que Jesus sempre agia completamente por própria iniciativa e sem experimentar influência alguma de nenhuma outra pessoa. Não foi o pedido de sua mãe o que o moveu a fazer o milagre de Caná da Galiléia, foi sua própria decisão pessoal (2:4); as palavras de seus irmãos não tiveram nada que ver com a visita que fez a Jerusalém durante a festa dos Tabernáculos (7:10); nenhum homem lhe tirou a vida, ninguém podia fazê-lo; ele a entregou voluntariamente e exercendo seu livre-arbítrio (10:18; 19:11). Tal como o via João, Jesus possuía uma divina independência de toda influência humana. Suas determinações e suas ações eram resultado de sua própria decisão. Vemos, pois, que para enfrentar aos gnósticos e suas crenças estranhas, João nos apresenta um Jesus que era indiscutivelmente humano e que, entretanto, também era indiscutivelmente divino. Estudando a Biblia livro por livro.

16 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


16 de Abril Dia 106  

Leituras: Marcos 1:9-20; Romanos 11:25-36; Salmo 93; Provérbios 22:22-29; Josué 9-10.  

Versículo Especial: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!” (Romanos 11:33).  

Pensamento Bíblico: A Profundidade da Sabedoria de Deus (Romanos 11:33). Numa era em que se exalta a razão humana, há muitos que tentam escolher quais partes das Escrituras deveriam ser acreditadas. Alguns dizem que aceitarão o que entenderem, pensando que a verdade de Deus terá sentido para eles. Outros tentam vislumbrar o significado escondido atrás da palavra de Deus, assim tendo a pretensão de conhecer sua intenção, que suplanta (assim dizem) sua palavra revelada. Tais abordagens são arrogantes e mortais. Deus não revelou tudo o que poderíamos querer saber; ele nos disse tudo o que precisamos saber. Nossa tarefa não é aperfeiçoar, porém obedecer a sua palavra!  

Ação: Obedeça a Deus, quer você entenda suas razões ou não! Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net. 

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO


Livro João (William Barclay) 20   De maneira que as heresias gnósticas apareciam sob a forma de uma de duas crenças. Os gnósticos crivam, ou que Jesus não era em realidade divino, mas simplesmente um na série de emanações de Deus, uma espécie de semi-deus, ou que não era humano em nenhum sentido, mas sim era uma espécie de fantasma com forma de homem. As crenças gnósticas destruíam tanto a deidade como a humanidade real de Jesus. A humanidade de Jesus O fato de que João se tenha proposto corrigir estas duas tendências gnósticas explica uma dupla ênfase paradoxal que aparece em seu Evangelho. Por um lado, não há outro Evangelho que acentue em forma tão absoluta a autêntica humanidade de Jesus. Jesus se indignou com os que compravam e vendiam no templo (2:15); estava fisicamente cansado quando se sentou junto ao poço perto de Sicar em Samaria (4:6); seus discípulos lhe ofereceram comida da mesma maneira forma como teriam oferecido a qualquer homem que sentisse fome (4:31); sente simpatia por quem sente fome e por aqueles que sentem medo (6:5,20); conhecia a dor e derramava lágrimas como o teria feito qualquer pessoa que estivesse de luto (11:33, 35, 38); na agonia da cruz o grito de seus lábios secos foi: "Tenho sede" (19:28). O quarto Evangelho nos Jesus que não era nenhuma figura docética, fantasmal; mostra-nos alguém que liga o cansaço de um corpo exausto e as feridas de uma mente e um coração desconsolados. O que o quarto Evangelho nos apresenta é o verdadeiro Jesus humano. A deidade de Jesus Mas, por outro lado, nenhum outro Evangelho nos apresenta uma visão semelhante da deidade e divindade de Jesus. (a) João sublinha a preexistência de Jesus. Disse: “antes que Abraão existisse, EU SOU” (8:58). Fala da glória que teve com o Pai antes que o mundo existisse (17:5). Vez por outra se refere à sua descida do céu (6:33-38). João via em Jesus alguém que sempre existiu até antes do começo do mundo. Estudando a Biblia livro por livro.

15 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


15 de Abril Dia 105  

Leituras: Marcos 1:1-8; Romanos 11:11-24; Salmo 92; Provérbios 22:17-21; Josué 7-8.  

Versículo Especial: “Plantados na Casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus” (Salmo 92:13).  

Pensamento Bíblico: “A Bondade e a Severidade de Deus” (Romanos 11:22). Temos dificuldade em reconciliar a misericórdia de Deus com a sua ira. Nossas mentes limitadas não podem compreender facilmente como tais opostos aparentes existem lado a lado no caráter de um ser perfeito. Algumas pessoas, arbitrariamente, rejeitam um lado e se agarram a outro. Porém a Bíblia afirma que ambos são verdadeiros e mostra que escolhemos o que recairá sobre nós. Se caímos, seremos condenados. Se nos voltamos para ele e continuamos em sua bondade, seremos recompensados.  

Ação: Permaneça na bondade de Deus.Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

Livro João (William Barclay) 19 As crenças dos gnósticos influíam em suas idéias sobre Jesus, as quais afetavam em duas formas distintas (a) Alguns dos gnósticos sustentavam que Jesus era uma das emanações que procediam de Deus. Sustentavam que Jesus não era divino em nenhum sentido real; que só era uma espécie de semi-deus que estava mais ou menos distante do Deus verdadeiro; que era só um elo a mais da cadeia de seres inferiores que estavam entre Deus e o mundo. (b) Outros afirmavam que Jesus não tinha um corpo real. Segundo suas crenças, Jesus não podia ter tido um corpo. Um corpo é matéria e Deus não podia ter tocado a matéria; de maneira que sustentavam que Jesus era uma espécie de fantasma sem carne nem sangue literais. Afirmavam, por exemplo, que quando pisava no chão não deixava rastros, porque seu corpo carecia de peso e substância. Nunca teriam podido dizer: "E o Verbo se fez carne" (João 1:14). Agostinho nos relata como, lendo grande parte das obras dos filósofos de seu tempo, tinha achado muita coisa parecida com o que estava no Novo Testamento, agregando: “Mas ‘E o Verbo se fez carne e habitou entre nós’ não encontrei ali.” É por isso que, em sua primeira epístola, João insiste em que Jesus veio em carne, e declara que qualquer que nega esse fato está movido pelo espírito do anticristo (1 João 4:3). Esta heresia em particular é conhecida pelo nome de docetismo. Docetismo, vem da palavra grega dokein que significa parecer; e se dá esse nomeie à heresia porque sustentava que Jesus só parecia ser um homem. (c) Havia alguns gnósticos que sustentavam uma variante dessa heresia. Afirmavam que Jesus era um homem em quem o Espírito de Deus entrou no batismo; esse Espírito permaneceu nele durante toda sua vida até o final; mas como o Espírito de Deus jamais podia sofrer e morrer, abandonou-o antes da crucificação. Segundo eles a exclamação na cruz foi: "Poder meu, poder meu, por que me abandonaste?" E em seus livros contavam de pessoas que no Monte das Oliveiras falavam de modo idêntico a Jesus, enquanto o homem Jesus morria na cruz.Estudando a Biblia livro por livro. 

14 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


14 de Abril Dia 104  

Leituras: Mateus 28:11-20; Romanos 11:1-10; Salmo 91; Provérbios 22:11-16; Josué 4-6.  

Versículo Especial: “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mateus 28:18).  

Pensamento Bíblico: Fazendo Discípulos (Mateus 28:18-20). Fazer discípulos envolve duas ações:

    Batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e

    Ensinar a observar tudo o que o Senhor mandou.

Este processo de conversão está apoiado na total autoridade de Jesus (v. 18). Aqueles que não foram batizados ou não tenham determinado obedecer a autoridade absoluta do Senhor, não são verdadeiramente seus discípulos.  

Ação: Certifique-se de estar em submissão à autoridade de Cristo.Estra Ido dos Estudos da Biblia livro por livro.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO


Livro João (William Barclay) 18 (b) Na época em que se escreveu o quarto Evangelho havia certa heresia muito difundida. Foi-lhe dado o título geral de gnosticismo. Sem uma compressão superficial desta heresia se perderá boa parte da grandeza e do propósito de João. A doutrina básica do gnosticismo era que a matéria é essencialmente má e o espírito é essencialmente bom. Os gnósticos passavam a afirmar que, sendo assim, Deus não pode tocar a matéria, de maneira que Deus não criou o mundo. O que fez Deus foi lançar uma série de emanações. Cada uma destas emanações se afastou mais de Deus, até que por último houve uma emanação tão distante que pôde tocar a matéria. Essa emanação foi a que criou o mundo. A idéia em si já for suficientemente má, mas a pioravam com um agregado. Os gnósticos sustentavam que cada emanação conhecia cada vez menos a Deus, até chegar a um ponto em que as emanações não só ignoravam a Deus mas também lhe eram hostis. Assim chegavam, finalmente, à conclusão de que o deus criador não só era distinto do Deus verdadeiro, mas também o ignorava e lhe era ativamente hostil. Cerinto, um líder gnóstico, afirmava que "o mundo foi criado, não por Deus, mas sim por certo poder muito separado dele, e muito distante desse poder que está acima do universo, e ignorante do Deus que está acima de todas as coisas." Os gnósticos criam que Deus não tinha nada que ver com a criação do mundo. Por isso João começa seu Evangelho com esta ressonante afirmação: “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (João 1:3). Por isso insiste em que "de tal maneira amou Deus o mundo" (João 3:16). Em face dos gnósticos que tão equivocadamente espiritualizavam tanto a Deus que o convertiam em um ser que não podia ter nada que ver com o mundo, em resposta ao que só podia ser um mundo sem Deus, João apresentou a doutrina cristã do Deus que fez o mundo e cuja presença inunda o mundo que ele fez.Estudando a Biblia livro por livro. 

13 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


13 de Abril Dia 103  

Leituras: Mateus 28:1-10; Romanos 10:14-21; Salmo 90; Provérbios 22:6-10; Josué 1-3.  

Versículo Especial: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Provérbios 22:6).  

Pensamento Bíblico: “. . . Ele Ressuscitou” (Mateus 28:1-10). Não há proclamação mais significativa na História, seja na Bíblia, ou em qualquer outro lugar! Esta declaração trouxe espanto e alegria aos seguidores de Jesus. Acima de tudo, o fato da ressurreição é a base de nossa salvação, nossa fé, e nossa esperança (veja 1 Coríntios 15). Toda a Bíblia e toda nossa confiança gira em torno deste milagre supremo. Jesus venceu a morte. Ele ressuscitou!  

Ação: Agradeça a Deus porque Jesus ressuscitou!Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

Livro João (William Barclay) 17 (a) Havia alguns cristãos, em especial cristãos judeus, que outorgavam um posto muito elevado a João Batista. Havia algo em João que fascinava os judeus. João pertence à sucessão profética, e falava com a voz dos profetas. De fato sabemos que mais adiante houve uma seita aceita de João Batista dentro da fé judaica ortodoxa. Em Atos 19:1-7 nos encontramos com um pequeno grupo de doze homens que estão nos limites da Igreja cristã mas que nunca passaram do batismo de João. Com freqüência o quarto Evangelho relega a João, de maneira silenciosa mas definitiva, seu próprio lugar. Vez por outra o próprio João nega que ele jamais tenha pretendido ou possuído o lugar supremo, e cede incondicionalmente esse lugar a Jesus. Já vimos que nos outros Evangelhos o ministério de Jesus não começa até depois da prisão de João, enquanto no quarto Evangelho o ministério de Jesus e o ministério de João se sobrepõem. João pode muito bem ter empregado essa disposição para mostrar o encontro de João e Jesus, e como o Batista tinha usado esses encontros para reconhecer, e animar outros a reconhecer a supremacia de Jesus. Destaca-se com todo o cuidado que João não é essa Luz (1:8). Mostra-se a João renunciando em forma terminante a toda pretensão messiânica (1:20 ss.; 3:28; 4:1.; 10:41). Nem sequer se permite pensar que o testemunho de João seja o mais importante (5:36). Não há no quarto Evangelho crítica alguma a João; mas há uma recriminação para aqueles que queriam dar a João um lugar que corresponde a Jesus e a ninguém mais que a Jesus. Estudando a Biblia livro por livro.

12 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


12 de Abril  Dia 102  

Leituras: Mateus 27:57-66; Romanos 10:1-13; Salmo 89:38-52; Provérbios 22:1-5; Deuteronômio 33-34.  

Versículo Especial: “Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam” (Romanos 10:12).  

Pensamento Bíblico: Salvação em Cristo (Romanos 10:1-13). Paulo desejava ardentemente a salvação dos judeus, que eram seus parentes carnais. Mas ele sabia que sua preocupação com suas almas não poderia mudar os termos da salvação. Eles não poderiam ser salvos sem se voltarem para Cristo. Isso não mudou. A salvação é oferecida aos judeus e aos gentios somente através de Jesus Cristo. Precisamos proclamar corajosamente esta mensagem.  

Ação: Confie em Jesus. A salvação não pode ser encontrada em mais ninguém. Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

Livro João (William Barclay) 16 O que quis dizer Clemente é que João não estava tão interessado nos meros fatos como no significado desses fatos, que não ia atrás dos fatos, e sim atrás da verdade. João não via os acontecimentos da vida de Jesus simplesmente como eventos temporários; via-os como janelas que olhavam à eternidade, e sublinhava o significado espiritual dos acontecimentos e as palavras da vida de Jesus em uma forma que não fizeram os outros Evangelhos. Este segue sendo um dos veredictos mais autênticos aos que se chegou sobre o quarto Evangelho. É certo que João escreveu, não um evangelho histórico, e sim um evangelho espiritual. De maneira que, em primeiro lugar, João apresentou Jesus como a mente de Deus em uma pessoa que tinha descido à Terra, e como a única pessoa que possui realidade em lugar de sombras, e que pode tirar os homens das sombras para levá-los ao mundo real que tinham sonhado Platão e os grandes sábios gregos. O cristianismo que em um momento vestira a roupagem do pensamento judaico apropriou-se da grandeza do pensamento dos gregos. A aparição das heresias O segundo dos fatores importantes que a Igreja enfrentava quando o quarto Evangelho foi escrito era o surgimento da heresia no seio da Igreja. Tinham passado setenta anos da crucificação de Jesus. Por então a Igreja era uma organização e uma instituição. Estavam sendo pensadas e afirmadas teologias e credos; e era inevitável que o pensamento de pelo menos algumas pessoas seguisse caminhos equivocados, e resultasse em heresias. Raramente uma heresia é uma mentira ou um engano em sua totalidade; em geral uma heresia surge quando se acentua indevidamente uma parte, uma faceta da verdade. Podemos ver pelo menos duas das heresias e enganos que buscava combater o autor do quarto Evangelho.Estudando a Biblia livro por livro.

11 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA


11 de Abril Dia 101  

Leituras: Mateus 27:45-56; Romanos 9:25-33; Salmo 89:19-37; Provérbios 21:25-31; Deuteronômio 32.  

Versículo Especial: “O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor” (Provérbios 21:31).  

Pensamento Bíblico: Fútil Confiança na Força Militar (Provérbios 21:31). Os homens põem grande confiança na força militar. Um grande exército, equipado com as armas mais avançadas da moderna tecnologia, é considerado por algumas pessoas como a confirmação da segurança. Não devemos jamais esquecer que a libertação pertence a Deus. Com ou sem um exército poderoso, nações são protegidas por Deus, conforme ele achar direito e justo. Temos que confiar nele ao invés dos guerreiros humanos.  

Ação: Ajude a estabilizar sua nação e o mundo: ensine a alguém o evangelho de Jesus Cristo. Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net. 

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO

Livro João (William Barclay) 15 (b) Mais ainda, todo leitor do quarto Evangelho deve ter notado que os milagres de Jesus nesse Evangelho costumam estar seguidos por um longo discurso. A alimentação dos cinco mil vai seguida do longo discurso sobre o Pão da Vida (capítulo 6); a cura do cego surge da afirmação que Jesus é a Luz do Mundo (capítulo 9); a ressurreição de Lázaro leva a afirmar que Jesus é a ressurreição e a vida (capítulo 11). Para João os milagres não eram meros acontecimentos no tempo; eram ilustrações, exemplos, visões daquilo que Deus está sempre fazendo e do que sempre é Jesus; são janelas que se abrem à realidade de Deus. Jesus não só alimentou uma vez a cinco mil pessoas; isso é apenas um exemplo de que Ele é sempre o autêntico Pão da Vida. Jesus não só abriu uma vez os olhos de um cego; Ele sempre é a Luz do Mundo. Jesus não só ressuscitou uma vez a Lázaro; sempre e para todos os homens é a ressurreição e a vida. Para João um milagre nunca era um ato isolado; sempre era uma janela em torno da realidade daquilo que Jesus sempre era e sempre é e do que sempre fez e sempre faz. Era nisto que estava pensando o grande estudioso Clemente de Alexandria (cerca do ano 230 d. C.) quando chegou a um dos veredictos mais famosos e verdadeiros sobre o propósito, origem e finalidade do quarto Evangelho. Segundo ele, os Evangelhos que contêm as genealogias – Lucas e Mateus – foram escritos em primeiro lugar; depois Marcos, ante o requerimento de muitas pessoas que tinham ouvido a pregação de Pedro, compôs seu Evangelho, que incluía o material das pregações de Pedro; e logo, "em último lugar, João, considerando que já se relatou bastante a respeito do que se referiam às coisas corporais do ministério do Jesus, e animado por seus amigos, e inspirado pelo Espírito Santo, escreveu um evangelho espiritual." (Citado por Eusébio, História Eclesiástica 6:14). Estudando a Biblia livro por livro.

10 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

10 de Abril Dia 100  

Leituras: Mateus 27:27-44; Romanos 9:14-24; Salmo 89:1-18; Provérbios 21:19-24; Deuteronômio 31.  

Versículo Especial: “O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias” (Provérbios 21:23).  

Pensamento Bíblico: “. . . A Si Mesmo Não Pode Salvar-se” (Mateus 27:42). Os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos zombaram da aparente fraqueza de Jesus, vendo-o como um inimigo desamparado, vencido. Eles não conseguiram entender que ele poderia ter se salvado (veja João 10:18; Mateus 26:53), mas que tal decisão teria derrotado seu propósito de salvar os homens do seu pecado. Jesus escolheu a morte para que pudéssemos viver. Ele morreu, não em fraqueza, mas em inigualável força.  

Ação: Agradeça a Deus pelo sacrifício voluntário de seu filho. Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net. 

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Livro João (William Barclay) 14 O grande problema era como chegar a esse mundo real, como sair de nossas sombras para chegar às verdades eternas. A resposta do João é que isso é o que Jesus não permite fazer. Jesus é a realidade que descendeu à Terra. A palavra grega para real neste sentido é alethinos; está relacionada muito de perto com a palavra alethes, que significa verdade, e com aletheia, que significa a verdade. Quando nossas versões se encontram com alethinos o traduzem por verdadeiros; seria mais correto traduzir real, ou autêntico. Jesus é a luz real (1:9); Jesus é o pão real (6:32); Jesus é a real videira (15:1); a Jesus pertence o julgamento real (8:16). Jesus é o único que possui realidade em nosso mundo de sombras e imperfeições. Agora, disto se desprende algo: e é que, em conseqüência, cada ação que Jesus levou a cabo foi, não só um ato no tempo, mas também uma janela que nos permite ver a realidade. Isso é o que João quer dizer quando fala dos milagres de Jesus como sinais (semeia). As obras maravilhosas do Jesus não só eram maravilhosas eram janelas que se abriam à realidade que é Deus. Isto explica a forma em que João relata as histórias dos milagres. Ele as relata de maneira bem diferente da que os outros três evangelistas empregam. As diferenças são duas: (a) No quarto Evangelho notamos a ausência da nota de compaixão que aparece nas histórias dos milagres nos outros Evangelhos. Naqueles, o Mestre Jesus se sente movido pela misericórdia para com o leproso (Marcos 1:41); sente simpatia para com Jairo (Marcos 5:22); sente compaixão pelo pai do moço epilético (Marcos 9:14); quando ressuscita o filho da viúva do Naim, Lucas diz com uma ternura infinita: “E Jesus o restituiu a sua mãe” (Lucas 7:15). Mas em João os milagres não são tanto atos de misericórdia como atos que demonstram a glória de Cristo. Depois do milagre de Caná da Galiléia, João comenta: “Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória” (João 2:11). A ressurreição do Lázaro tem lugar "para a glória de Deus" (João 11:4). A cegueira do homem cego existia para que se manifestasse a glória das obras de Deus (João 9:3). Não é que para João não tenha havido amor e compaixão nos milagres; mas em cada um deles via a glória da realidade de Deus penetrando no tempo e nos assuntos dos homens. Estudando a Biblia livro por livro.

9 de abril de 2026

MEDITAÇÃO DO DIA

 


9 de Abril Dia 99  

Leituras: Mateus 27:11-26; Romanos 9:1-13; Salmo 88; Provérbios 21:13-18; Deuteronômio 29-30.  

Versículo Especial: “O que tapa o ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido” (Provérbios 21:13).  

Pensamento Bíblico: Tristeza pela Perda de Entes Queridos (Romanos 9:1-13). Nesta passagem, Paulo revela a dor que ele sentiu ao ver seus parentes rejeitarem a Cristo. Doeu-lhe profundamente compreender que eles estavam perdidos, não querendo obedecer ao evangelho. Mas ele sabia que Deus não havia falhado. Deus manteve suas promessas e deu aos israelitas todas as oportunidades para se salvarem. Foi deles a decisão de rejeitar o evangelho. Aquela decisão entristeceu a Paulo, mas não o desencorajou de viver pelo Senhor e ensinar esforçadamente a outros o evangelho. Podemos aprender com o exemplo de Paulo e ir em frente com determinação para ensinar a outros.  

Ação: Compartilhe as Boas Novas com pessoas que precisam delas!Estra Ido dos Estudos da Biblia.Net.

ESTUDANDO A BÍBLIA LIVRO POR LIVRO


Livro João (William Barclay) 13 Os gregos tinham duas grandes concepções. (a) Tinham o conceito do Logos. Em grego logos significa duas coisas: quer dizer uma palavra e quer dizer razão. O judeu estava muito familiarizado com a palavra todo-poderosa de Deus. "E disse Deus: Haja a luz; e houve luz" (Gênesis 1:3). O grego estava muito familiarizado com a idéia de razão. Contemplando este mundo, o grego via uma ordem magnífica, esplêndido, no qual se podia confiar. A noite e o dia aconteciam com uma regularidade infalível; o ano mantinha suas estações em um curso invariável; as estrelas e os planetas se moviam segundo um curso inalterável; a natureza tinha leis que não variavam. O que produz esta ordem? O grego respondia sem hesitações: o Logos de Deus; a mente de Deus é a responsável da ordem majestosa do mundo. O grego continuava: O que é o que dá ao homem o poder de pensar, de raciocinar e de conhecer? O que é o que o converte em uma criatura racional e pensante? E novamente respondia sem hesitações: o Logos de Deus; a mente de Deus que habita dentro do homem o converte em um ser pensante e racional. Então João se serve disto. Pensou em Jesus segundo esta categoria. Disse aos gregos: "Toda a vida vocês se sentiram fascinados por esta grande mente de Deus, que guia e controla. A mente de Deus veio ao mundo no homem Jesus. Olhem e verão como são a mente e o pensamento de Deus." João tinha descoberto uma nova categoria na qual os gregos podiam pensar em Jesus, uma categoria segundo a qual Jesus se apresentava nada menos que como o próprio Deus atuando sob a forma de um homem. (b) Tinham o conceito dos dois mundos. O grego sempre concebeu dois mundos, sendo um deles o mundo no qual vivemos. Era um mundo maravilhoso a seu modo, mas um mundo de sombras e cópias e irrealidades. O outro era o mundo real, no qual vivem para sempre as grandes realidades das quais nossas coisas mundanas não são mais que pálidas cópias. Para o grego o mundo invisível era o mundo real; o mundo visível não era mais que uma sombra, uma irrealidade. Platão foi quem sistematizou esta forma de pensar em sua doutrina das formas ou das idéias. Sustentava que no mundo invisível estava o modelo perfeito de todas as coisas, e que as coisas deste mundo eram cópias ou sombras dos modelos eternos. Para dizê-lo em forma singela, Platão sustentava que em algum lugar havia um modelo perfeito de uma mesa da qual todas as mesas da Terra eram cópias inadequadas; em algum lugar estava o modelo perfeito do bem e da beleza da qual tudo bem e toda beleza terrena não são mais que cópias imperfeitas e inadequadas. E a grande realidade, a idéia suprema, o modelo de todos os modelos e a forma de todas as formas é Deus. Estudando a Biblia livro por livro.

MEDITAÇÃO DO DIA

  19 de Abril Dia 109   Leituras: Marcos 1:40-45; Romanos 13; Salmo 96; Provérbios 23:13-18; Josué 15-16.   Versículo Especial: “Mas revesti...