Deuteronômio (Comentário Bíblico Moody) a) Fidelidade ao Altar de Deus. 12:1-32. 1-3. Sobre a terra (v. 1; cons. 6:1) Na perspectiva profética das estipulações seguintes Israel já está sendo vista como de posse de sua herança. Destruireis por completo . . . e despedaçareis. Esta seção se relaciona com a precedente, retomando aquela parte do mandato de conquista que exigia a obliteração das instalações e centros de culto dos cananitas (cons. 7:5, 25; Êxodo. 23:24; 34:13). A execução do programa de conquista como um todo poria as tribos no controle de santuários idólatras através de toda a terra (cons. Is. 1; 29; 57; 5; 65:7; Jeremias. 2:20; 3:6; 17:2; Ezequiel. 6:13; 18:6 e segs.; Oseias. 4:13; 1 Reis 14:23; II Reis 16:4; 17:10); e estes apresentariam uma tentação para o sincretismo religioso (Deuteronômio. 12:29,30). Os israelitas estariam em perigo de adotarem abominações tais como a oferta votiva dos filhos ao fogo (v. 31; cons. 18:10; Levítico. 18:21; II Reis 16:3; 17:17; 21:6; 23:10; Jeremias. 7:31; 19:5; 32:35). Em aditamento ao propósito punitivo da destruição dos sítios de culto cananita, havia, contudo, o desígnio preventivo de proteger Israel contra o engodamento nos rituais dos cultos cananitas. O fato da lei do santuário central (Deuteronômio. 12:4 e segs. ) ser assim introduzido (vs. 2,3) e concluído (cons. vs. 29-31) com tais referências aos cultos cananitas, mostra que um dos propósitos da centralização do culto israelita, era também o de evitar a contaminação da adoração pura do Senhor com as práticas idólatras. A exigência da centralização também deve ser entendida em termos da natureza do Deuteronômio como um tratado de suserania. Tais tratados proibiam que os vassalos se ocupassem de qualquer diplomacia independente com um poder estrangeiro, outro que o do suserano da aliança. Particularmente, o vassalo não devia pagar tributo a nenhum outro senhor. Semelhantemente, todas as exigências e proibições de Deuteronômio 13 foram calculadas para assegurarem ao Senhor todas as ofertas e sacrifícios tributados de Israel. Israel não devia pagar nenhum tributo sacrificial a outros deuses, pois tal tentativa impossível de servir a dois senhores seria rebeldia contra o grande mandamento da aliança de Deus. Na terra prometida, a lei do altar central envolveria tanto a centralização dos festivais de sacrifícios especiais (vs. 4-14) quanto a descentralização das festas familiares comuns (vs. 15-28).Que Deus abençoe a todos
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